﻿<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<sourcecontent templateID="main" templateType="normal" >

<screen  rdate="nos cinemas a 22 de março" />
		   
<mainnav>	
	<btn1 about_btn ="acerca do filme" />
	<btn2 trailer_btn ="trailer" />
	<btn3 photo_btn ="galeria"  />
	<btn4 downloads_btn ="downloads"  />
	<btn5 flashback_btn ="os anos 80" vis ="y" videolink_vis="y"/>
	<btn6 option1_btn ="option 1" option1_url = "option1.html"  vis ="n"/>
	<btn7 option2_btn ="option 2" option2_url = "option2.html" vis ="n"/>
</mainnav>
		
<aboutnav>
	<btn1 story ="história" />
	<btn2 cast ="elenco" />
	<btn3 crew ="equipa técnica" />
	<btn4 production ="notas de produção"/>
</aboutnav>
<story>
<![CDATA[	Alex Fletcher (HUGH GRANT) é um artista pop dos anos '80 em declínio, relegado para os circuitos nostálgicos de feiras regionais e parques de diversões. Não obstante, o carismático e talentoso músico tem hipótese de relançar a sua carreira quando uma diva reinante da pop, Cora Corman, o convida a gravar um dueto com ela. Todavia, a coisa não é pacífica: Alex não compõe uma canção há anos, nunca escreveu uma letra... e tem escassos dias para criar um mega-sucesso. É aqui que entra Sophie Fisher (DREW BARRYMORE), uma jovem interessante e excêntrica que rega as plantas de Alex e cuja verbosidade vem mesmo a calhar ao esforçado autor de canções. A recuperar de uma relação desastrosa com um famoso autor de um primeiro romance, Sloan Cates (CAMPBELL SCOTT), Sophie mostra-se pouco disposta a colaborar com alguém, sobretudo com Alex, que tem a fobia dos compromissos. Mas à medida que a atracção entre os dois se revela ao piano e debaixo dele, Sophie e Alex terão de enfrentar os seus receios – e a música – para encontrar o amor e o sucesso que ambos merecem.
O filme conta também com as interpretações de Brad Garrett (o persistente agente de Alex, Chris Riley) e de Kristen Johnston (a irmã de Sophie, Rhonda, que acidentalmente é uma das maiores admiradoras de Alex). A jovem princesa da pop, Cora Corman é protagonizada por um rosto novo no grande ecrã, Haley Bennett. 
A Castle Rock Entertainment apresenta, em parceria com a Village Roadshow Pictures, "Música e Letra", uma produção Reserve Room Production. O filme conta com Hugh Grant e Drew Barrymore nos principais papéis, e com a participação de Brad Garrett, Kristen Johnston e Campbell Scott. Com argumento e realização de Marc Lawrence, "Música e Letra" é produzido por Martin Shafer e Liz Glotzer. A produção executiva está a cargo de Nancy Juvonen, Hal Gaba e Bruce Berman. A co-produção é de Scott Elias e Melissa Wells. A fotografia é da autoria de Xavier Pérez Grobet e a direcção artística é da responsabilidade de Jane Musky. O filme foi montado por Susan E. Morse, A.C.E. e tem música composta por Adam Schlesinger. A banda sonora foi editada pela Warner Sunset/Atlantic Records.
"Música e Letra" será distribuída pela Warner Bros. Pictures, uma empresa do grupo Warner Bros Entertainment, e, em territórios seleccionados, pela Village Roadshow Pictures.]]>
</story>
<cast>
	<item1>
		<name><![CDATA[hugh grant]]></name>
		<data>
		<![CDATA[HUGH GRANT (Alex Fletcher) é um actor premiado que já viu o seu mérito reconhecido numa vasta panóplia de filmes. Notabilizou-se internacionalmente em 1994 ao lado de Andie MacDowell na comédia de sucesso de Mike Newell, "Four Weddings and a Funeral". O seu desempenho no filme mereceu um Globo de Ouro e um British Academy Award. Desde então, foi por duas vezes nomeado para os Globos de Ouro: em 1999, pelo seu trabalho na comédia romântica "Notting Hill", em que contracenou com Julia Roberts; e mais recentemente, pelo seu desempenho na comédia dramática dos Irmãos Weitz "About a Boy".
Oriundo de Inglaterra, Hugh Grant frequentou a Universidade de Oxford e estreou-se no grande ecrã com o filme "Privileged". Mas o papel que o lançou chegou em 1987, com "Maurice", uma parceria Merchant-Ivory inspirada no romance de E.M. Forster. Neste filme, Hugh Grant é um jovem que confronta a sua homossexualidade na época Eduardiana e a sua representação valeu-lhe o prémio de Melhor Actor no Festival de Cinema de Veneza. O seu reconhecido mérito conduziu-o a papéis de destaque em filmes como "The Dawning", ao lado de Anthony Hopkins; "The Lair of the White Worm", de Ken Russell; "Bitter Moon", de Roman Polanski; "Night Train to Venice"; e a mais um drama premiado da parceria Merchant-Ivory, "The Remains of the Day", com Anthony Hopkins e Emma Thompson nos principais papéis.
No currículo do actor, destacam-se as interpretações na comédia britânica de Mike Newell, "An Awfully Big Adventure"; no sucesso da crítica "The Englishman Who Went Up a Hill But Came Down a Mountain", um filme com argumento e realização de Christopher Monger; "Sense and Sensibility", a adaptação do livro homónimo de Jane Austen, trabalho que valeu a Ang Lee um Óscar; a comédia "Nine Months", de Chris Columbus, com Julianne Moore e Robin Williams; "Small Time Crooks", de Woody Allen; e o thriller de Michael Apted "Extreme Measures", com Gene Hackman, também produzido por ele. 
Hugh Grant já tinha trabalhado sob a direcção de Marc Lawrence na comédia romântica "Two Weeks' Notice", em que contracenou com Sandra Bullock. Entre os seus trabalhos mais recentes salientam-se "Bridget Jones's Diary" e a respectiva continuação, "Bridget Jones: The Edge of Reason", ambos com Renee Zellweger; a comédia de elenco "Love Actually"; e "American Dreamz".]]>
		</data>
	</item1>
	<item2>
		<name><![CDATA[drew barrymore]]></name>
		<data>
		<![CDATA[DREW BARRYMORE (Sophie Fisher) merece há mais de duas décadas o carinho do público. Para lá do grande ecrã, também tem tido sucesso como produtora sob a égide da sua empresa Flower Films, responsável por êxitos como "Never Been Kissed", "Charlie's Angels" e "50 First Dates". Além de assinar a produção dos filmes, Drew Barrymore integrou o elenco de "Charlie's Angels" e "Charlie's Angels: Full Throttle" ao lado de Cameron Diaz e Lucy Liu. Os dois filmes renderam mais de 500 milhões de dólares.
A actriz também recebeu rasgados elogios do público e da crítica pelas suas prestações numa vasta variedade de comédias, nomeadamente as comédias românticas recentes "Fever Pitch" (no qual contracenou com Jimmy Fallon sob a direcção dos Irmãos Farrelly) e "50 First Dates" (ao lado de Adam Sandler). Drew Barrymore também entrou na comédia negra "Duplex", ao lado de Ben Stiller, uma película realizada por Danny De Vito; na aclamada sátira biográfica de George Clooney "Confessions of a Dangerous Mind", com Sam Rockwell; em "Riding in Cars With Boys", de Penny Marshall; em "Never Been Kissed", primeiro filme também produzido por ela; em "Home Fries", ao lado de Luke Wilson; e na popular comédia "The Wedding Singer", ao lado de Adam Sandler.
Drew Barrymore apareceu pela primeira vez no grande ecrã aos cinco anos, no thriller de ficção científica "Altered States". No entanto, foi a sua arrebatadora interpretação da precoce Gertie no famosíssimo "E.T. the Extra-Terrestrial" (Steven Spielberg, 1982) que catapultou a jovem actriz para o estrelato. Drew Barrymore entrou posteriormente no thriller "Firestarter" e na comédia "Irreconcilable Differences", desempenho que lhe mereceu a nomeação para um Globo de Ouro na categoria de Melhor Actriz Secundária.
No seu currículo, a actriz conta ainda com interpretações em "Stephen King's Cat's Eye"; "Far From Home"; "Poison Ivy"; "Guncrazy", pelo qual foi novamente nomeada para um Globo de Ouro na categoria de Melhor Actriz; "Bad Girls"; "Boys on the Side", de Herbert Ross; "Mad Love"; "Batman Forever"; "Everyone Says I Love You", de Woody Allen; e no famoso filme de terror de Wes Craven, "Scream", filme que deu origem a uma franchise de sucesso. Brevemente, poderemos também vê-la ao lado de Eric Bana na película de Curtis Hanson "Lucky You", com estreia marcada para Março de 2007.]]>
		</data>
	</item2>
	<item3>
		<name><![CDATA[brad garrett]]></name>
		<data>
		<![CDATA[BRAD GARRETT (Chris Riley) ganhou três Emmys na categoria de Melhor Actor Secundário numa Comédia pelo seu trabalho no mega-sucesso da CBS "Everybody Loves Raymond". Com presença nas nove temporadas da série, Brad Garrett recebeu ainda duas nomeações adicionais para Emmys e uma nomeação para um prémio da SAG (Associação de Actores Cinematográficos) pela sua interpretação de Robert, o irmão de Ray. O actor partilhou ainda a nomeação para um prémio SAG na categoria de Melhor Elenco numa Série de Comédia. A par disso, Brad Garrett foi nomeado para Emmys e um prémio SAG na categoria de Actor Principal num Filme ou Mini-série pela sua interpretação do lendário Jackie Gleason na epopeia biográfica televisiva "Gleason". 
O actor actua presentemente na série "'Til Death", uma comédia da Fox. Na televisão, Brad Garrett entrou ainda em "Don King: Only in America", da HBO, e "Club Land", da Showtime. 
	No grande ecrã, pudemos vê-lo recentemente em "The Pacifier", uma comédia de sucesso. Anteriormente, aparecera em filmes como "Stuart Little 2"; "George B" (finalista na edição de 1997 do Festival de Cinema de Sundance); "Suicide Kings"; e "Sweet and Lowdown", de Woody Allen.
	Graças à sua voz característica, Brad Garrett é também um dos actores mais procurados para emprestar a voz a filmes de animação. Um ouvido atento poderá reconhecê-lo na comédia fantástica "Night at the Museum". O seu extenso currículo de participações em filmes e televisão inclui os filmes de animação "Finding Nemo" e "A Bug's Life". Brad Garrett emprestou ainda a voz a dois filmes animados com estreia para breve, "Ratatouille" e "Underdog".
O actor iniciou a sua carreira como cómico em diversas casas de espectáculos de Los Angeles. Aos 23 anos, foi à televisão pela primeira vez, ao programa "The Tonight Show Starring Johnny Carson", tendo sido um dos mais jovens cómicos a aparecer no programa. A sua actuação no programa lançou-o como stand-up comedian, valendo-lhe posteriores contratações para diversas casas de espectáculos, bem como para primeiras partes de lendas como Frank Sinatra, Diana Ross, Julio Iglesias, Liza Minnelli e Sammy Davis, Jr.
No Outono de 2005, Brad Garrett subiu pela primeira vez aos palcos da Broadway numa nova encenação de "The Odd Couple" de Neil Simon, ao lado de Nathan Lane e Matthew Broderick.]]>
		</data>
	</item3>
	<item4>
		<name><![CDATA[kristen johnston]]></name>
		<data>
		<![CDATA[KRISTEN JOHNSTON (Rhonda) representa actualmente no West End numa peça encenada por John Crowley, "Love Song", ao lado de Cillian Murphy, Neve Campbell e Michael McKean. 
	A sua interpretação de Sally Solomon a longo das seis temporadas de popular série televisiva "3rd Rock from the Sun" valeu-lhe dois Emmys e nomeações para os Globos de Ouro e os prémios da SAG e da American Comedy. Mais recentemente, apareceu regularmente em "ER" e brindou-nos com um desempenho memorável como actriz convidada em "Sex and the City".
 	Kirsten Johnston teve o seu primeiro papel no cinema na curta-metragem "The Debt", película que recebeu uma série de prémios em festivais internacionais de cinema, nomeadamente no Festival de Cannes de 1993. No seu currículo destacam-se ainda títulos como "Austin Powers: The Spy Who Shagged Me", "Austin Powers: Goldmember", "The Flintstones in Viva Rock Vegas" e a versão cinematográfica de "Strangers with Candy". 
	Kirsten Johnston estudou teatro na Atlantic Theater Company Acting School, uma academia fundada pelo dramaturgo David Mamet e pelo actor William H. Macy. A sua experiência em teatro inclui papéis em "Baltimore Waltz", "Much Ado About Nothing", "Aunt Dan and Lemon", "The Women", "The Smell of the Kill", "The Skin of Our Teeth", "Baby Anger", "Hot Keys" e "The Lights", uma produção do Lincoln Center que lhe mereceu a nomeação para um prémio Drama Desk.]]>
		</data>
	</item4>
	<item5>
		<name><![CDATA[campbell scott]]></name>
		<data>
		<![CDATA[O mérito de CAMPBELL SCOTT (Sloan Cates) tem sido reconhecido, tanto na área da representação como na da realização. Foi nomeado para um Independent Spirit Award e ganhou o National Board of Review Award na categoria de Melhor Actor pelo seu trabalho no filme "Roger Dodger", cuja produção executiva também assinou. No lado oposto da câmara, em 1996, Campbell Scott realizou em parceria com Stanley Tucci o reconhecido filme independente "Big Night", tendo ganho nomeação para um Spirit na categoria de Primeiro Melhor Filme e tendo ganho o New York Film Critics Award na categoria de Melhor Revelação na Realização.
	Campbell Scott estreou-se no grande ecrã com "From Hollywood to Deadwood", a que se seguiram de imediato o aclamadíssimo drama "Longtime Companion" e "The Sheltering Sky", de Bernardo Bertolucci. No seu currículo, destacam-se ainda os títulos "Dead Again", de Kenneth Branagh; "Dying Young", de Joel Schumacher também com Julia Roberts; "Singles", de Cameron Crowe; "The Innocent", de John Schlesinger; "Mrs. Parker and the Vicious Circle", de Alan Rudolph, pelo qual foi nomeado para um Independent Spirit; "The Spanish Prisoner", de David Mamet; "The Imposters"; "Hi-Life"; "Other Voices"; "The Secret Lives of Dentists"; "Loverboy"; "Duma"; e "The Exorcism of Emily Rose". Campbell Scott também produziu e realizou "Off the Map" e "Final".
	Na televisão, Campbell Scott entrou recentemente na séries "Six Degrees". Também apareceu em projectos como "Final Days of Planet Earth", "The Pilot's Wife", "The Tale of Sweeney Todd", "The Love Letter" e "The Kennedys of Massachusetts", e realizou, produziu e fez de Hamlet no filme "Hamlet", para a Odyssey Network.
	Actor de teatro de mérito reconhecido, Campbell Scott actuou na Broadway em "Long Day's Journey Into Night", com Jason Robards e Colleen Dewhurst, "Ah! Wilderness", "Hay Fever" e "The Queen and the Rebels". Também já actuou fora da Broadway em "The Last Outpost", "Copperhead", "A Man for All Seasons" e "On the Bum". O seu extenso currículo em teatro inclui também "Measure For Measure" no Lincoln Center, e o papel principal em "Periclesno" no New York Shakespeare Festival, bem como numerosas produções regionais.]]>
		</data>
	</item5>
	<item6>
		<name><![CDATA[haley bennett]]></name>
		<data>
		<![CDATA["Music and Lyrics" assinala a estreia de HALEY BENNETT (Cora Corman) no grande ecrã. A actriz está também prestes a gravar o seu primeiro álbum, sob a direcção do produtor Chris Contogouris.
Haley Bennett nasceu em Fort Myers, na Florida, e cresceu em Naples, também na Florida, onde estudou música e representação. Em 2005, mudou-se para Los Angeles com a mãe para investir na carreira. Pouco depois, a actriz conseguiu o papel de Cora Corman, suplantando dezenas de outras candidatas ao papel.]]>
		</data>
	</item6>
	<item7>
		<name><![CDATA[cast7]]></name>
		<data>
		<![CDATA[cast7 In an effort to explore an event that continues to resonate with both cultures, Clint Eastwood was haunted by the sense that making only one film - "Flags of Our Fathers" - would be telling only half the story.  With this unprecedented dual film project, shot back-to-back to be released in sequence, Eastwood seeks to reveal the battle of Iwo Jima - and, by implication, the war in the Pacific - as a clash not only of arms but of cultures.end]]>
		</data>
	</item7>
	<item8>
		<name><![CDATA[cast8]]></name>
		<data>
		<![CDATA[cast8 In an effort to explore an event that continues to resonate with both cultures, Clint Eastwood was haunted by the sense that making only one film - "Flags of Our Fathers" - would be telling only half the story.  With this unprecedented dual film project, shot back-to-back to be released in sequence, Eastwood seeks to reveal the battle of Iwo Jima - and, by implication, the war in the Pacific - as a clash not only of arms but of cultures.end]]>
		</data>
	</item8>
	</cast>
<crew>
	<item1>
		<name><![CDATA[marc lawrence]]></name>
		<data>
		<![CDATA[MARC LAWRENCE (Argumento/Realização) estreou-se na realização de filmes com a comédia romântica "Two Weeks' Notice", que assinalou a sua terceira colaboração com a actriz Sandra Bullock. Anteriormente, já tinha escrito o argumento e assinado a produção da comédia de sucesso "Miss Congeniality", na qual Sandra Bullock é uma agente da polícia disfarçada de concorrente num concurso de beleza. Marc Lawrence também assinou o argumento de "Forces of Nature", um filme em que Sandra Bullock contracena com Ben Affleck.
	Ainda na área dos argumentos, salientam-se os dos filmes "Life With Mikey", com Michael J. Fox e Nathan Lane, e "The Out-of-Towners", que põe lado a lado Goldie Hawn e Steve Martin.
	Nascido em Brooklyn, Marc Lawrence licenciou-se pela SUNY-Binghamton e frequentou por algum tempo a Faculdade de Direito da Universidade de Nova Iorque. Começou a sua carreira de argumentista a escrever para a popular série da NBC "Family Ties". Na terceira época da série, o seu trabalho no programa já lhe tinha valido a promoção a produtor e a nomeação para os prémios Emmy e Humanitas. Posteriormente, Marc Lawrence escreveu e co-produziu a série "Pride and Joy", para a NBC.]]>
		</data>
	</item1>
	<item2>
		<name><![CDATA[martin shafer]]></name>
		<data>
		<![CDATA[MARTIN SHAFER (Produção) é Presidente e Gerente Executivo da Castle Rock Entertainment. Entre as produções recentes da Castle Rock destacam-se "For Your Consideration", "Miss Congeniality 2: Armed & Fabulous" e "The Polar Express". A empresa também foi responsável pela produção de êxitos como "When Harry Met Sally", "A Few Good Men", "Absolute Power", "City Slickers", "In the Line of Fire", "Honeymoon In Vegas", "Misery", "The American President", "The Shawshank Redemption" e "The Green Mile". Adicionalmente, a Castle Rock produziu o mega-sucesso televisivo, "Seinfeld". Em 1995, a Castle Rock Entertainment recebeu o Prémio de Excelência em Produção Cinematográfica atribuído pela ShoWest.
	Brevemente, a Castle Rock vai lançar "No Reservations", um drama romântico com Catherine Zeta-Jones e Aaron Eckhart; "Michael Clayton", com George Clooney; "Sleuth", com Michael Caine e Jude Law; "Chaos Theory", com Ryan Reynolds e Emily Mortimer; e "In the Land of Women", com Meg Ryan e Adam Brody.
 	Antes de fundar a Castle Rock, Martin Shafer era presidente da Production for Embassy Pictures e vice-presidente executivo da Twentieth Century Fox Film Corporation. Em Outubro de 2000, a ShowEast atribuiu-lhe um Prémio de Carreira.]]>
		</data>
	</item2>
	<item3>
		<name><![CDATA[liz glotzer]]></name>
		<data>
		<![CDATA[LIZ GLOTZER (Produção) entrou para Castle Rock Entertainment logo no seu início, tendo sido promovida a presidente da empresa em 1999. Sob a sua direcção, a Castle Rock produziu mais de 80 filmes, nomeadamente "When Harry Met Sally", "Misery", "Honeymoon in Vegas", "In the Line of Fire", "The Green Mile", "A Few Good Men", "City Slickers", "Best in Show", "Miss Congeniality" e "The Polar Express". 
	Na calha das próximas estreias da Castle Rock está "No Reservations", um drama romântico com Catherine Zeta-Jones e Aaron Eckhart; "Sleuth", com Michael Caine e Jude Law; "Chaos Theory", com Ryan Reynolds e Emily Mortimer; "In the Land of Women", com Meg Ryan e Adam Brody; e "Michael Clayton", com George Clooney.
	Além de supervisionar todos os aspectos da produção e desenvolvimento dos projectos da Castle Rock, Liz Glotzer produziu "Sibling Rivalry" e assinou a produção executiva de "The Shawshank Redemption". A produtora está actualmente a produzir o filme de terror de Frank Darabont, "The Mist". É também produtora executiva do thriller "Fracture", uma película de Gregory Hoblit com Ryan Gosling e Anthony Hopkins nos principais papéis.
	Antes de entrar para a Castle Rock, Liz Glotzer era executiva na Samuel Goldwyn Company e estava envolvida numa série de projectos, incluindo "Mystic Pizza", um filme que atingiu um inesperado sucesso.
	Liz Glotzer fez o bacharelato em arte no Bennington College e fez o curso de produção Peter Stark na USC.]]>
		</data>
	</item3>
	<item4>
		<name><![CDATA[nancy juvonen]]></name>
		<data>
		<![CDATA[NANCY JUVONEN (Produção Executiva) fundou a Flower Films juntamente com Drew Barrymore em 1995. Em 1998, a Flower Films distribuiu "Never Been Kissed", o primeiro filme da empresa, produzido em parceria com Sandy Isaac. 
	Juntamente com a Mandy Films e a Tall Trees, a Flower Films produziu "Charlie's Angels", o mega-sucesso de 2000. Três anos depois, saiu a sua continuação, "Charlie's Angels: Full Throttle". Os dois filmes combinados renderam mundialmente mais de 500 milhões de dólares.
	Sob a égide da Flower Films, Nancy Juvonen também produziu "Donnie Darko", um filme independente muito bem recebido pela crítica; "Duplex", com Drew Barrymore e Ben Stiller, sob a direcção de Danny DeVito; "50 First Dates", um filme de Peter Segal, com Drew Barrymore e Adam Sandler nos principais papéis; e a comédia de basebol dos Irmãos Farrelly "Fever Pitch", em que Drew Barrymore contracena com Jimmy Fallon. Os momentos finais de "Fever Pitch" foram filmados durante o milagroso jogo que deu a vitória aos Boston Red Sox sobre os New York Yankees, no Campeonato Mundial de Basebol.]]>
		</data>
	</item4>
	<item5>
		<name><![CDATA[hal gaba]]></name>
		<data>
		<![CDATA[HAL GABA (Produção Executiva) é co-presidente da Village Roadshow Pictures. É ainda co-proprietário e administrador da Concord Music Group, uma reputada etiqueta de música jazz independente. Soma ainda o cargo de administrador da ACT III Communications, uma empresa multi-media com interesses na emissão televisiva, no cinema e na música.
	Hal Gaba tirou o bacharelato em Finanças na Universidade de Berkeley, na Califórnia, e é ainda licenciado pela UCLA na mesma área. Adicionalmente, tem assento no conselho administrativo da Univision Communications Inc. 
	"Music and Lyrics" é a sua primeira produção cinematográfica.]]>
		</data>
	</item5>
	<item6>
		<name><![CDATA[bruce berman]]></name>
		<data>
		<![CDATA[BRUCE BERMAN (Produção Executiva) é presidente e administrador da Village Roadshow Pictures. No decurso de 2007, a Village Roadshow vai co-produzir 60 peças de teatro numa parceria com a Warner Bros. A distribuição mundial dos filmes será assegurada pela Warner Bros. Pictures e, em determinados territórios, pela Village Roadshow Pictures.
A selecção inicial de filmes a produzir incluiu sucessos como "Practical Magic", com Sandra Bullock e Nicole Kidman; "Analyze This", uma parceria de Robert De Niro com Billy Crystal; "The Matrix", com Keanu Reeves e Laurence Fishburne; "Three Kings", com George Clooney; "Space Cowboys", um filme realizado e protagonizado por Clint Eastwood; e "Miss Congeniality", com Sandra Bullock e Benjamin Bratt.
Sob a égide da Village Roadshow Pictures, Bruce Berman assinou a produção executiva de grandes sucessos como "Training Day", filme que valeu a Denzel Washington um Óscar da Academia; "Ocean's Eleven", com George Clooney, Brad Pitt e Julia Roberts; "Two Weeks' Notice", que põe lado a lado Sandra Bullock e Hugh Grant; "Mystic River", com Sean Penn e Tim Robbins em prestações que lhes valeram Óscares; o segundo e o terceiro episódio da trilogia "The Matrix", "The Matrix Reloaded" e "The Matrix Revolutions"; "Charlie and the Chocolate Factory", um filme de Tim Burton com Johnny Depp; "The Dukes of Hazzard"; "The Lake House", uma película que voltou a reunir Sandra Bullock com Keanu Reeves; o filme de animação premiado "Happy Feet"; o drama romântico "No Reservations" a estrear em 2007, com Catherine Zeta-Jones e Aaron Eckhart nos principais papéis; "I Am Legend", com Will Smith; e "Get Smart", com Steve Carrell.
Bruce Berman iniciou-se no cinema pela mão de Jack Valenti da MPAA, enquanto estudava Direito na Georgetown Law School, em Washington, DC. Quando se licenciou, em 1978, foi trabalhar para a Casablanca Films. Daí passou para a Universal, onde subiu até chegar em 1982 a vice-presidente do Departamento de Produção.
Em 1984, Bruce Berman foi convidado para vice-presidente do Departamento de Produção da Warner Bros, tendo sido promovido a director de produção quatro anos mais tarde. Foi nomeado presidente do Departamento de Produção Teatral em Setembro de 1989, e posteriormente, em 1991, passou a presidente do Departamento Internacional de Produção Teatral, cargo que ocupou até Maio de 1996. Sob a sua direcção, a Warner Bros Pictures produziu e distribuiu filmes como "Presumed Innocent", "GoodFellas", "Robin Hood: Prince of Thieves", "Driving Miss Daisy", uma película distinguida com o Óscar de Melhor Filme, "Batman Forever", "Under Siege", "Malcolm X", "The Bodyguard", "JFK", "The Fugitive", "Dave", "Disclosure", "The Pelican Brief", "Outbreak", "The Client", "A Time to Kill" e "Twister".
Em Maio de 1996, Bruce Berman fundou a Plan B Entertainment, uma produtora de cinema independente ligada ao grupo Warner Bros Pictures. Em Fevereiro de 1998, foi nomeado presidente e administrador da Village Roadshow Pictures.]]>
		</data>
	</item6>
	<item7>
		<name><![CDATA[scott elias]]></name>
		<data>
		<![CDATA[SCOTT ELIAS (Co-Produção) já trabalhara anteriormente com o realizador Marc Lawrence na co-produção de "Two Weeks' Notice".
Mais recentemente, Scott Elias trabalhou como chefe de equipa na produção de "The Lake House" e como produtor associado em "Miss Congeniality 2: Armed & Fabulous" e "Divine Secrets of the Ya-Ya Sisterhood". Também trabalhou em diversos aspectos da produção nos filmes "Pay It Forward", "Practical Magic" e "Hope Floats".]]>
		</data>
	</item7>
	<item8>
		<name><![CDATA[melissa wells]]></name>
		<data>
		<![CDATA[MELISSA WELLS (Co-Produção) já trabalhara anteriormente com o realizador Marc Lawrence em "Two Weeks' Notice" e "Miss Congeniality 2: Armed and Fabulous" e colabora actualmente com ele no desenvolvimento de novos projectos. Melissa Wellis começou a trabalhar no cinema na Scout Productions, em Boston, como assistente de produção e tornou-se assistente de Marc Lawrence enquanto ainda frequentava a Universidade de Columbia em Nova Iorque. No seu currículo de produção destacam-se o filme ainda por estrear de Julie Taymor, "Across The Universe", e a comédia romântica "Prime", com Uma Thurman e Meryl Streep nos principais papéis.]]>
		</data>
	</item8>
	<item9>
		<name><![CDATA[xavier perez grobet]]></name>
		<data>
		<![CDATA[XAVIER PEREZ GROBET (Fotografia) foi nomeado para um Independent Spirit pelo seu trabalho na película de Julian Schnabel, "Before Night Falls", um drama de mérito reconhecido com o desempenho de Javier Bardem. Nado e criado na Cidade do México, Xavier Perez Grobet também mereceu quatro nomeações para os Mexican Ariel pela sua fotografia nos filmes "Sex, Shame & Tears", "De Noche Vienes, Esmeralda", "No Return Address" e "La Mujer de Benjamin".
Entre os seus créditos mais recentes, destacam-se "Nacho Libre", com Jack Black; "Monster House"; "Nine Lives"; e "The Woodsman", um filme com Kevin Bacon.]]>
		</data>
	</item9>
	<item10>
		<name><![CDATA[jane musky]]></name>
		<data>
		<![CDATA[JANE MUSKY (Direcção Artística) trabalhou com uma grande variedade de reputados realizadores numa vasta diversidade de filmes. A sua carreira de directora artística começou no thriller dos Irmãos Cohen, "Blood Simple". Voltaria depois a trabalhar com eles na comédia de sucesso "Raising Arizona".
Posteriormente, Jane Musky foi directora artística em películas como "Illegally Yours", de Peter Bogdanovich; "Young Guns", de Christopher Cain; "Patty Hearst", de Paul Schrader, "When Harry Met Sally…", de Rob Reiner; "Glengarry Glen Ross", de James Foley; "The Devil's Own", de Alan J. Pakula; "The Object of My Affection", de Nicholas Hytner; "At First Sight", de Irwin Winkler; "Finding Forrester", de Gus Van Sant; "Chosen", uma curta-metragem de Ang Lee; "Maid in Manhattan", de Wayne Wang; "Mona Lisa Smile", de Mike Newell; "Hitch", de Andy Tennant; e "My Super Ex-Girlfriend", de Ivan Reitman.]]>
		</data>
	</item10>
	<item11>
		<name><![CDATA[susan e. morse]]></name>
		<data>
		<![CDATA[SUSAN E. MORSE (Montagem) já tinha colaborado com Marc Lawrence na montagem de "Two Weeks' Notice". Antes disso, trabalhou longamente com o realizador Woody Allen, colaboração essa iniciada em 1977 com "Annie Hall", um filme premiado com um Óscar no qual foi assistente de montagem. O trabalho de Susan E. Morse tem sido distinguido nos filmes de Woody Allen, tendo recebido nomeações para os Óscares e os Prémios BAFTA por "Hannah and Her Sisters", e nomeações para os BAFTA por "Manhattan", "Zelig", "Radio Days" e "Crimes and Misdemeanors".
	A sua colaboração de longa data com Woody Allen – que já ultrapassa os 20 anos – está patente em filmes como "Deconstructing Harry", "Everyone Says I Love You", "Mighty Aphrodite", "Bullets Over Broadway", "Manhattan Murder Mystery", "Husbands and Wives", "Shadows and Fog", "Alice", "Another Woman", "September", "The Purple Rose of Cairo", "Broadway Danny Rose", "A Midsummer Night's Sex Comedy" e "Stardust Memories".
Susan E. Morse assinou ainda a montagem da comédia de sucesso "Arthur", com Dudley Moore, e fez recentemente a montagem do filme de Natal, "Noel", o primeiro filme realizado por Chazz Palminteri.]]>
		</data>
	</item11>
</crew>
<production>
<note1>
		<name><![CDATA[notas de produção]]></name>
		<data>
		<![CDATA[Para o realizador Marc Lawrence, escrever e dirigir "Music and Lyrics" foi uma forma de explorar um mundo que sempre lhe interessou: o mundo da composição musical. "Embora já tenha tocado numa banda, sou um péssimo músico", lamenta-se. "No entanto, a escrita das letras sempre me fascinou. Agradou-me a ideia de fazer um filme sobre um autor de canções, mas se fosse fazer um filme sobre um argumentista, estaria demasiado perto do meu próprio tormento," graceja o realizador. "Assim, isto foi uma forma de escrever sobre o processo criativo, que me é familiar, mas escrever também sobre algo que me é muito querido: a música". 
Para criar a inexperiente dupla de autores Fletcher & Fisher, Marc Lawrence estudou duetos lendários como os Gershwins e Elton John e Bernie Taupin. "Li muitos livros e vi muitos documentários", afirma. "Em muitas das duplas mais famosas, um deles escreve a letra e o outro escreve a música. Percebi que o conflito no seio da equipa – em que cada um tem um papel específico no processo criativo que é, em última instância, uma colaboração – podia dar origem a bons momentos de comédia". 
	Para melhor promover o humor, os compositores de Marc Lawrence teriam de formar uma parceria invulgar. "O Alex tinha uma banda tipo Wham chamada 'PoP', e o parceiro dele enveredara por uma bem sucedida carreira a solo. Alex seguira porém uma via diametralmente oposta e actualmente só era chamado a actuar em feiras estatais e pequenos parques de diversões regionais, mas mesmo isso começava a escassear."
	Mas entretanto a fortuna sorri a Alex: Cora Corman, o mais recente êxito da pop, encomenda-lhe uma canção. "Alex tem a oportunidade de compor um dueto para esta artista tipo Britney Spears", afirma Marc Lawrence. "Inicialmente, Cora só tem um título para a canção, 'Way Back Into Love'. Mas depois, quer alguém que escreva a canção e a cante com ela ao vivo no Madison Square Garden, um concerto marcado para breve, para assinalar o lançamento do disco. Cora pede a Alex que escreva a canção, porque a música dele a inspirou quando ela era pequena. A cantora acha-o algo retro, mas Alex não se importa, desde que possa trabalhar." 
Embora tenha produzido vários êxitos nos anos '80 como membro dos PoP, Alex nunca escrevera nenhuma letra. Como se não bastasse, o prazo é apertado e ele sabe que vai competir com outros artistas por um cantinho no álbum de Cora. Posto isto, Alex dispõe apenas de alguns dias para criar um sucesso e revitalizar a sua carreira.
Surge então Sophie Fisher. Embora tenha estudado Escrita Criativa, Sophie nunca escreveu canções e acredita nunca mais vir a escrever uma linha, graças a um problema com o seu professor. "No final, ela revela-se uma autora nata de letras para canções," desvenda Marc Lawrence. 
Sophie e Alex conhecem-se por acaso. Atravessando um período de desorientação, Sophie vai a casa de Alex para lhe regar as plantas, trabalho que faz temporariamente para ajudar um amigo. "Até conhecer Sophie, Alex não se sentia infeliz com a sua vida", conta o realizador. "Reduzira as suas aspirações e, embora já não fosse uma grande estrela, sentia-se bem e pensava saber quem era. Mas, certo dia, entra-lhe em casa aquela ave exótica: esvoaça por todo o lado e volta a sair. Conhecer Sophie deixa-o perturbadíssimo e, gradualmente, Alex começa a sentir a sua vida alterada."
	O realizador adianta, "Sophie sente o mesmo, no sentido em que não quer levantar grandes ondas. Sofrera um grande desgosto amoroso por causa do antigo namorado e professor, Sloan Cates, que a traíra ao escrever um velado relato ficcional da relação amorosa deles. No best seller, Sophie era apresentada muito desfavoravelmente como 'uma aspirante a escritora sem qualquer talento ou habilidade'. Como é óbvio, a descrição deixara Sophie de rastos e incapaz de voltar a escrever."
"Quando Sophie conhece Alex, estão ambos num impasse. Qualquer deles perdera a fé na sua capacidade de criar algo belo e significativo", salienta Drew Barrymore, a actriz que dá corpo a  Sophie. "Eis duas almas perdidas que se juntam para escrever uma canção e conseguem despertar um no outro a ideia de que afinal têm algo para oferecer ao mundo, a si próprios e, em última instância, um ao outro."
Hugh Grant, que faz de Alex Fletcher, também gostou de fazer o papel duma personagem que está na mó de baixo. "Alex era uma estrela da pop, mundialmente famoso, e agora toca em encontros de antigos colegas de escola. Aceita esta situação humilhante com sentido de humor, embora por vezes, este pareça exagerado. Alex está convencido que não consegue dar mais do que aquilo. Receia voltar a tentar ser criativo. Precisa que lhe lembrem que é talentoso e que vive a sua música com paixão. É isso que Sophie faz. Ela acorda-o tanto a nível criativo, como romântico. E ele acaba por fazer o mesmo por ela."
	Mas antes de se aperceberem que podem fazer músicas incríveis juntos, Alex tenta trabalhar com outro autor de letras e a tentativa falha redondamente. Sophie, que, por acaso, está a tomar-lhe conta das plantas, sugere uma frase ou duas, e Alex aproveita, pedindo-lhe mais. Sophie mostra-se relutante, mas Alex percebe que se não lhe 'arrancar' a canção, cravará o último prego no seu próprio caixão. E, de repente, estas duas pessoas que mal se conhecem, são atiradas para uma situação em que têm de trabalhar juntas, intensamente, dias a fio.
	"Trata-se de dois artistas com estilos muito diferentes, que de repente se vêm fechados numa sala juntos. As suas excentricidades individuais começam a fazer-se sentir e eles acabam por se conhecer como é habitual em duas pessoas que partilham um período intenso", salienta o realizador. Estão constantemente a escrever e a discutir e a passear e a comer e a escrever e a reescrever e a tentar pôr cá fora a canção. E quem quer que já tenha vivido uma experiência assim com alguém (tentar criar qualquer coisa) ou mesmo viajado acompanhado durante algum tempo, sabe que as pessoas acabam por se irritar uma à outra... e desenvolver uma relação muito íntima."]]>
		</data>
	</note1>
	<note2>
		<name><![CDATA[elenco e personagens]]></name>
		<data>
		<![CDATA[Quando começou a escrever o argumento de "Music and Lyrics", Marc Lawrence só via um actor para o papel de Alex Fletcher, Hugh Grant, com quem já trabalhara anteriormente na comédia romântica "Two Weeks' Notice". O enorme respeito que nutre pelo actor facilitou a escolha. "É o melhor actor cómico que conheço," comenta Marc Lawrence. "Ele tem imenso jeito para textos palavrosos e eu uso escrevo com muitas palavras. Felizmente, o Hugh não se importa. Além disso, acumulou os papéis de estrela de rock e dum tipo que é verbal, articulado e inteligente."
	Hugh Grant rendeu-se imediatamente ao argumento. "Leio muitas comédias românticas e é raro levarem-me a rir. Esta conseguiu-o. O Marc Lawrence tem imensa piada como escritor, embora nunca tenha gostado dele como homem," afirma jocosamente.
	Chegado o momento de escolher a mulher perfeita para o papel de sócia e parceira amorosa, Marc Lawrence abordou Drew Barrymore. "A Drew era a pessoa a quem mais me apetecia mandar o guião. É espontânea e muitíssimo engraçada", afirma o realizador. "Além disso, como actriz é versátil. Não há nada que ela não consiga fazer. Quando ela sorri, contagia a audiência. Não há indicações ou formação que consigam alcançar esse efeito."
	Drew Barrymore sentiu-se atraída pelo projecto por inúmeras razões. "Este filme tem um estilo refrescante. A escrita de Marc parece pertencer a outra era. A sua forma de provocar evoca as comédias dos anos '40 e '50 onde o homem e a mulher se inspiravam um no outro e a partir daí improvisavam. É como ver uma partida de ténis."
	A actriz também gostou das qualidades únicas das personagens que encontrou no guião. "Há algo nelas que se assemelha às pessoas reais. As personagens do Marc são muito equilibradas, têm contornos bem definidos e muitas idiossincrasias. A Sophie e o Alex enfrentam a vida de forma muito diferente."
 	O realizador descobriu que o facto de as suas duas estrelas terem estilos de vida tão distintos potenciava a química que se fazia sentir no filme. "Eles são muitíssimo diferentes," confessa ele, a propósito de Drew Barrymore e de Hugh Grant. "Bastava entrar nos camarins de ambos para o constatar. O do Hugh estava sempre incrivelmente arrumado e imaculado, e o da Drew tinha invariavelmente 30 ou 40 pessoas, roupa por todo o lado e cães estendidos aqui e ali. Mas eles apreciaram essas diferenças e descobri que as mesmas potenciavam a atracção que eles experimentavam no filme, conferindo-lhes aquele ar de casal estranho que se revelou romântico, sexy e divertido."
	Embora Hugh Grant e Drew Barrymore nunca tivessem trabalhado juntos antes de "Music and Lyrics", ambos admiravam o talento um do outro.
	"O Hugh é um cómico estupendo e um homem tremendamente sedutor," afirma Drew Barrymore. "A sua actuação é clássica e muito bela."
	"A Drew traz encanto a qualquer papel. É espertíssima e, além de ser uma actriz formidável, muito boa pessoa. Tem um efeito apaziguador no local de filmagens," salienta Hugh Grant. "Além disso, realça os homens com quem contracena, por isso queria tanto trabalhar com ela."
	Marc Lawrence resume: "Acho que o Hugh e a Drew formam um belo par."
	A personagem que junta inadvertidamente o Alex e a Sophie é o novo fenómeno da pop, a jovem cantora Cora Corman, protagonizada por Haley Bennett, no seu primeiro papel. "Fizemos muitas audiências em ambas as costas e vimos muitas candidatas ao papel. Sabíamos bem o que queríamos. A Haley parecia perfeita e cantava muito bem, o que era essencial para o papel", afirma Marc Lawrence. "Também conseguiu protagonizar uma Cora algo cómica e despistada, mas muito doce."
	Haley Bennett ficou radiante quando soube que ia fazer o papel de uma artista já detentora de vários discos de platina. "Mudei-me para a Califórnia para ser actriz e cantora, e este papel permitiu-me ser as duas coisas ao mesmo tempo," afirma a jovem actriz com entusiasmo. "A Cora é muito espiritual, mas também muito sensual. É também um bocado maluca e muito provocadora. Inspirei-me em algumas estrelas pop famosas, mas ela tem também um lado original. Adoro que ela se importe realmente com a sua música e a mensagem que transmite... ainda que de forma algo exagerada."
	A actriz afirma ter aprendido muito observando os colegas em acção. "É espantoso ver trabalhar a Drew e o Hugh," afirma ela. "São ambos tão naturais e descontraídos, e eu sentia-me tão enervada... Eles ensinaram-me que temos de nos sentir bem e confiantes quando estamos a representar, porque é isso que as pessoas vão ver."
	A oportunidade que Alex tem de escrever uma canção para uma cantora que está na berra é música para os ouvidos de Chris, o leal e optimista agente e amigo de Alex, protagonizado por Brad Garrett, um veterano da televisão, já galardoado com três Emmys. "O Chris é agente de Alex há anos. Esteve sempre ao lado dele quando ele era famoso e as raparigas lhe atiravam as cuecas durante os concertos, e não o abandonou nos períodos menos felizes. A diferença é que cada vez há menos cuecas e as admiradoras são cada vez mais velhas. Alex já não vê muitos biquinis. Mesmo assim, ambos pretendem revitalizar a carreira de Alex," salienta Brad Garrett.
Marc Lawrence ficou encantado por trabalhar com Brad Garrett. "O Brad mostrou-se muito receptivo às minhas alterações de última hora," afirma o argumentista/realizador. "Valorizei muito isso, ele enriqueceu muito o filme."
Na pele de Rhonda, a irmã de Sophie e uma fã incondicional dos PoP, está a actriz Kristen Johnston. Gerente da empresa familiar para perder peso – Weight-Not – Rhonda é um suporte para a irmã e é a ela que Sophie confessa que tem dificuldade em manter-se objectiva perante o alvoroço adolescente do seu coração.
"A minha personagem vivia obcecada pelo Alex no liceu. Tinha cartazes do Tiger Beat dele por todo o lado," comenta Kirsten Johnston. "Quando Sophie lhe diz que vai trabalhar com ele, Rhonda passa-se e obriga Sophie a levá-la sempre que for ter com Alex. Quando Rhonda vê Alex num concerto numa reunião de antigos colegas de liceu, sente-se tomada pela memória da sua antiga paixão assolapada e precipita-se para o palco, aterrorizando Alex. Dum momento para o outro, volta a ser uma estudante de liceu imatura, papel que foi divertidíssimo fazer."
A actriz também apreciou os contrastes mais óbvios do papel de irmã de Drew Barrymore. "Fisicamente, é difícil imaginar-nos como irmãs, porque ela dá-me pela cintura. Mas a relação funcionou, porque as personagens têm uma relação fraternal muito forte. A Rhonda protege muito a Sophie e têm um sentido de humor semelhante. Divertimo-nos imenso," declara a actriz. "Filmei todas as cenas com o objectivo de fazer com que a Drew rebentasse às gargalhadas."
E, como confirma Drew Barrymore, funcionou. "A Kristen estava sempre a improvisar. Estraguei-lhe imensas cenas, porque desatava a rir."
"A Kristen é uma força da natureza," declara Marc Lawrence. "Este tipo de instinto para a comédia não é coisa que se ensine."
A compor o elenco, temos Campbell Scott no papel de Sloan, o desprezível professor de literatura que destrói o coração de Sophie. "O Sloan é um autêntico parvalhão," salienta o actor que acrescenta, qualificando, "mas é um parvalhão sedutor. Tanto a minha personagem como a do Hugh são escritores – não propriamente pugilistas – mas envolvemo-nos à pancada quando eu insulto a Sophie. A cena é bastante hilariante... e de curtíssima duração. Mais tarde, a personagem do Hugh lamenta ter sido sovado pelo vencedor do Prémio Nacional de Literatura. Não deve ter percebido que a minha personagem também era um artista marcial," acrescenta jocosamente.]]>
		</data>
	</note2>
	<note3>
		<name><![CDATA[música]]></name>
		<data>
		<![CDATA[Para Marc Lawrence, o maior desafio de fazer "Music and Lyrics" é também a parte mais excitante. "Escrevi o guião, escolhi os actores e fiz tudo aquilo que um realizador costuma fazer para o seu filme," afirma ele, "mas o elemento que menos senti controlar foi a música. Ouvimos imensas canções e tentámos encontrar as peças certas," afirma ele. "Eu queria que as canções fossem melódicas e memoráveis, mas as letras tinham de ser muito específicas: tinham de corresponder à voz das personagens e tinham de ajudar a contar a história. E isso não é coisa fácil."
O primeiro passo para a definição dos contornos da música de Alex Fletcher foi decidir em que tipo de música o pôr a trabalhar. Marc Lawrence encontrou aquilo que queria nos anos '80. "Sinceramente, foi a melhor altura para Alex se ter tornado famoso. O estilo da música assenta-lhe bem. Mostra bem que tipo de pessoa ele é, porque, de certa maneira, ele é muito superficial, o que corresponde à forma como muita gente classifica a música dos anos '80 – como se só interessasse a produção e criar uma música que ficasse no ouvido. E por muito trocista que o género se torne, as músicas ficam mesmo no ouvido," salienta o realizador. "É como se Sophie lhe dissesse no filme: 'Não devias ter vergonha destas canções. São boas, têm qualidade e devias orgulhar-te de as cantar."
"Eu adoro a música dos anos '80, é inegavelmente deliciosa," afirma entusiasticamente Drew Barrymore. "Quando saio para dançar pergunto sempre: 'Pode pôr canções dos anos '80?' Eu teria gostado muito dos PoP".
Kirsten Johnston partilha o sentimento. "É a minha época preferida... Tears for Fears, The Police. Pareço-me muito com a Rhonda relativamente aos sentimentos que ela nutria por Alex no liceu. Eu adorava o Stewart Copeland, o baterista dos The Police. E também me passava com os Duran Duran."
Para criar algumas das canções mais emblemáticas dos PoP e a voz musical de Alex, Marc Lawrence contratou Adam Schlesinger, um dos compositores de Fountains of Wayne, a banda preferida do realizador. Adam Schlesinger, que escreveu a cativante canção que dá tema ao filme de Tom Hanks "That Thing You Do", escreveu "Don't Write Me Off", "Meaningless Kiss" e "Way Back Into Love", resultando a última da primeira colaboração de Alex e Sophie.
	"O Adam é genial," afirma o realizador. "Conseguiu transmitir com os primeiros versos de 'Way Back Into Love' aquilo que eu levei 120 páginas a dizer. Captou instantaneamente o tema romântico do filme."
	"O Marc aprecia intrinsecamente a música," conta Adam Schlesinger. "Só o facto de ter feito o filme mostra que efectivamente conhece e adora música. Todos os pormenores estão correctos, inclusivamente o tipo de instrumento que se vê no filme e o tipo de canções em torno das quais gravitou."
	Adam Schlesinger sabia que escrever 'Way Back Into Love' seria especialmente difícil. "O Marc facultou-me o guião provisório e explicou-me que queria uma canção que seria um dueto escrito por Alex e Sophie para a Cora," afirma. "Isso é uma missão difícil para um compositor, porque a canção é efectivamente escrita por dois personagens para um terceiro e a letra tem de ser suficientemente universal para funcionar nas diferentes cenas sem se sobrepor ao guião propriamente dito."
	"O Marc também me disse que a canção não podia ser lamechas, porque a história de amor não decorre entre Alex e Cora, embora eles tenham de a cantar juntos no fim," especifica Adam Schlesinger. "Informou-me que as filmagens começavam dentro de poucas semanas, que ainda não tinha uma canção e que sem canção não havia filme. Não me senti nada pressionado, claro...!" confessa o compositor, soltando uma gargalhada. "Senti um pânico semelhante ao de Alex.."
	Os escritores Andrew Wyatt e Josh Deutsch escreveram "Pop Goes My Heart", o êxito emblemático dos PoP. "É uma canção formidável", afirma Marc Lawrence, "muito fiel à época e muito genuína." Filmou-se um teledisco do tema – cabelo à Flock of Seagulls, cenários axadrezados, bailarinos vestidos de enfermeiros e o coração iluminado típico dos anos '80 – e mostrou-se no início do filme.
	Hugh Grant gostou pessoalmente do flashback dos anos '80 de Alex. "Foi divertidíssimo filmar o teledisco. Há todos aqueles planos da banda a tocar em diversas fatiotas e fizemos imitações manhosas daquelas bandas antigas. Para nos prepararmos, vimos montes de Duran Duran. Eu tive de pôr imenso rouge. Parecia uma madame parisiense," diz Hugh Grant com um sorriso.
	Nesta procura da música, o momento talvez mais incrível veio do filho de Marc Lawrence, Clyde de 12 anos, que abordou o pai com uma música que achou que talvez encaixasse no filme. "O Clyde escreveu 'Dance With Me Tonight' porque achou que os PoP precisavam de uma balada", afirma o realizador com orgulho. "Eu adorei a canção, mas claro que era suspeito, por isso decidi mostrá-la aos outros sem revelar o nome do seu autor. Não queria que gostassem só porque fora escrita pelo meu filho... e eles adoraram-na!", diz ele exultante. "Além disso, saiu-me barato. Bastou arranjar-lhe uns bilhetes para o jogo dos Mets e ele considerou-se pago."]]>
		</data>
	</note3>
	<note4>
		<name><![CDATA[o canto e a dança]]></name>
		<data>
		<![CDATA["Quando falei ao Hugh do 'Music and Lyrics', ele disse-me que não tocava nenhum instrumento, que não tinha jeito para cantar e que dançava miseravelmente," transmite o realizador. "Foi então que percebi que tinha de lhe escrever um papel musical e forçá-lo a fazer todas aquelas coisas. Ele passou uma verdadeira agonia, para já não falar do ódio que sentiu por mim por o ter posto naquela posição," ri-se Marc Lawrence. "Sujeitou-se então a imensas aulas de canto, de piano e de dança. Devo dizer que ele se aplicou mesmo. O Hugh tem uma ética laboral inacreditável."
	"Quando aceitei o papel de Alex não sabia cantar nem tocar nada. Tive um ano de piano aos nove anos com a mãe do Andrew Lloyd Webber, mas depois desisti," lamenta-se Hugh Grant. "Mas eles contrataram os melhores profissionais para me preparar musicalmente para o filme e acabei por gostar. Nunca pensei que tocar piano pudesse ser tão apaziguante. Quando chegava a casa, após um dia de trabalho extenuante, punha-me a tocar e a cantar até às tantas da noite. Acabei por adorar o som da minha voz, embora fosse o único."
	Michael Rafter, treinador de voz e piano para o filme, ajudou a treinar os actores a cantar. "O Hugh e eu começámos com a voz," afirma Rafter. "Passadas uma semana ou duas, comecei a ensinar-lhe piano. Ele já tinha fingido tocar noutros filmes, mas neste aprendeu realmente a tocar o instrumento. Até tocou a canção 'Don't Write Me Off' em palco, à frente de milhares de figurantes no filme."
	"Ele andava obcecado," afirma Michael Rafter. "Ficava horas a praticar e aparecia no próximo dia a dizer 'Pronto, passemos ao próximo ritmo'."
	Ensinar Drew Barrymore foi mais fácil para Michael Rafter porque, contrariamente aos personagens de Hugh Grant e Haley Bennett, a Sophie não tem de cantar à frente de milhares de figurantes. "A Drew canta uma só vez no filme. A princípio, estava um bocado nervosa," admite o treinador de voz, "mas depois descontraiu-se e até ficou surpreendida. Ela é uma alegria!"
	O maior desafio do coreógrafo Dan Karaty foi pôr Hugh Grant a reproduzir os movimentos das estrelas da pop dos anos '80. "Fartámo-nos de ver filmes dos Duran Duran e dos Wham e depois debatíamos o que gostávamos e o que não nos agradava," recorda Dan Karaty. "Encontrámos uns movimentos de anca engraçados, ao jeito do Tom Jones. Disse ao Hugh que o mais importante era sentir-se confortável nos movimentos. E ele representou mesmo para os admiradores quarentões. As cenas são de chorar a rir."
	Embora o filme assinale a estreia profissional de Haley Bennett no canto e na representação, ela te, formação em ambas as áreas. Mas nada a preparara para dançar como uma mega-estrela de fama internacional. "Foi divertido ensinar a Haley a ser uma artista que dá concertos em estádios, uma cantora com coreografias elaboradas e um corpo de dança," afirma o coreógrafo. "Há dois grandes números no filme. Um deles chama-se 'Buddha's Delight', e além da Haley tem 15 dançarinas. Tem fogo de artifício e um Buda de 4 metros que gira e mostra a Cora. Do ponto de vista do estilo, é uma mistura de yoga e hip hop insinuante. Mas a Haley mostrou-se bem à altura da situação. Até me fez crer que era uma verdadeira artista pop."]]>
		</data>
	</note4>
	<note5>
		<name><![CDATA[local de filmagens: nova iorque]]></name>
		<data>
		<![CDATA[Marc Lawrence, Hugh Grant, Drew Barrymore e os restantes filmaram "Music and Lyrics" em Manhattan. "Acho que escolher filmar em locais perto do nosso apartamento é sinal duma escrita cuidada," afirma Marc Lawrence provocadoramente. "No início da pré-produção, estabeleci um perímetro de oito quarteirões relativamente ao meu apartamento na zona upper west side e afirmei 'todas as cenas vão ser filmadas aqui'."
"Faço a minha própria repérage," acrescenta o realizador, falando sério por momentos. "Penso que o nosso profissionalismo só tem a ganhar quando temos um conhecimento em primeira-mão do mundo em que nos movemos."
"Para todos os efeitos, o Alex vive em minha casa," salienta ele. "Os exteriores são os do meu prédio, a entrada é a do meu prédio, a casa dele foi concebida a partir do estilo do meu prédio. Inclusivamente, chamei Khan ao porteiro. Por acaso, também é o nome do nosso porteiro." 
	Sempre que, por exigências do argumento, Marc Lawrence era obrigado a transpor o seu confortável perímetro de oito quarteirões, o realizador escolhia sítios que lhe eram familiares na zona próxima de Long Island. A produção aventurou-se a ir até à vila Farmingdale para filmar uma cena em que Alex canta na Adventureland, um pequeno parque temático local, onde – e não foi por acaso – Marc Lawrence trabalhara em adolescente.
	O Nassau Coliseum em Uniondale, Nova Iorque, fez as vezes de Madison Square Garden onde Cora deu o seu concerto e apresentou ao público o "Way Back Into Love" de Fletcher & Fisher.
	A equipa técnica e o elenco gostaram de trabalhar em Nova Iorque. "É uma cidade que aproxima realmente as pessoas", afirma Drew Barrymore. "Se virmos um prédio por fora, pode haver centenas de janelas, mas elas escondem verdadeiros mundos. Adoro essa característica de Nova Iorque."
	A guarda-roupa Susan Lyall acrescenta, "Nova Iorque confere uma qualidade única à produção. Há um pulsar nesta cidade e em tudo o que nela encontramos."]]>
		</data>
	</note5>
	<note6>
		<name><![CDATA[reproduzindo os anos '80s]]></name>
		<data>
		<![CDATA["As pessoas troçam dos anos '80", comenta Marc Lawrence, "mas também há muita gente que nutre um afecto doentio pela época."
	Embora a maior parte do filme decorra na actualidade, muitos dos pormenores da vida de Alex Fletcher remetem para a infame 'Década da Decadência'. "O filme decorre em duas épocas distintas, porque o Alex não avançou propriamente," afirma o argumentista/realizador. "A direcção artística teve de ter isso em conta."
	"Foi difícil pegar um rocker dos anos '80 – que já fora uma grande estrela de rock – e transformá-lo num tipo já conformado com a perda do seu apartamento," assinala a directora artística Jane Musky.
Jane Musky e a sua talentosa equipa gráfica conceberam um catálogo de memorabilia dos anos '80 para o filme. "Criámos uma campanha para os PoP com cartazes, discos e CDs. Fizemos uma sessão de fotografias com a banda vestida à anos '80 e outra sessão com o Hugh lhe demos todo o tipo de enquadramentos," explicou a directora artística. "Criámos visualmente toda a carreira dele numa sessão de dois dias de fotografias com muitas alterações de vestuário, adereços e maquilhagem. Com estas fotografias, fizemos os memorabilia; os cartazes, as capas das revistas e os artigos, dando uma história gráfica aos PoP".
A produção também fabricou evocações da passagem de Alex por várias partes do mundo, incluindo uma fotografia dele a saltar o Muro de Berlim e outra com a banda no Egipto. Estes vislumbres do passado dele aparecem no filme um pouco por todo o apartamento de Alex.
Marc Lawrence convidou Susan Lyall a criar o guarda-roupa, alegando que sendo ela "um bocadinho rocker" teria um conhecimento íntimo do mundo de Alex.
	"Pus-me a estudar os anos '80", afirma Susan Lyall. "A moda era só chumaços nos ombros; havia que conhecer bem os dois lados. A ideia é também dada pelos penteados e pelas calças subidas, coisas que nos parecem esquisitas, embora não tenham sido moda assim há tanto tempo."
	Susan Lyall inspirou-se bastante na banda dos anos '80 Duran Duran, sobretudo no seu líder, Simon Le Bon. "Não pretendi fazer uma caricatura dum artista pop em declínio", explica ela, "quis mostrar um artista bem parecido que em tempos foi uma estrela e procura uma forma de regressar e conquistar públicos novos e mais jovens. Mesmo actualmente, o Alex ainda tem laivos dos '80, como um lenço amarrado ao pescoço de forma muito específica ou as mãos cheias de anéis. Além disso, também usa um colar fininho e óculos escuros. E tem uma espécie de fetiche por sapatos ténis, à semelhança de outros antigos artistas de rock." 
	Por contraste, Susan Lyall teve de antecipar o guarda-roupa da sua estrela pop contemporânea. "A Cora ainda é uma adolescente, por isso tinha de ter um aspecto juvenil e muito 'à moda'," salienta Susan Lyall. "As canções dela e tudo na Cora é abertamente sexual, portanto o que quer que ela tenha vestido, tem de ser um bocadinho piroso... a menos, claro, que ela queira ser uma adolescente que quer desesperadamente estar um palco."
	Marc Lawrence quis conferir à sua estrela um ar sofisticado no electrizante dueto 'Way Back Into Love', pretendendo ainda fazer dela um complemento à altura do Alex de Hugh Grant. Para conseguir esse efeito, Susan Lyall concebeu uma transição de guarda-roupa que teve lugar no palco propriamente dito. "A Haley tem um fato para uma canção e depois tira a malha prateada com capuz e veste um casaco de cetim que lhe dá um ar de Judy Garland moderna. Veste calças justas, traz os suspensórios pendurados e usa meias pelos joelhos com piratas. Durante o número, está lado a lado com Hugh que enverga um fato de veludo preto e juntos formam um par lindo."
Marc Lawrence acredita que a canção 'Way Back Into Love' vai direita ao âmago do filme de forma muito directa. "Como rezam alguns versos, 'Procuro inspiração, não apenas mais uma negociação'," realça ele. Acho que a vida, de certa maneira, é uma luta constante entre estas duas coisas. Todos procuramos inspiração e aqueles momentos de transcendência em que as nossas fantasias se realizam."
O realizador continua, "A realidade é que a maior parte da nossa vivência se aproxima mais de negociação... sobretudo os aspectos comezinhos e mundanos do nosso viver. Lá no fundo, sabemos que não podemos estar sempre inspirados, e também esperamos não ter de negociar muito, portanto algures na batalha entre essas duas coisas está a magia. O Alex e a Sophie encontram essa magia e penso que todos merecemos mais disso nas nossas vidas."]]>
		</data>
	</note6>
</production>
<downloads>
<text1 wall_heading ="wallpapers" />
<text2 ss_heading ="screensaver" vis ="y"/>
<text3 icon_heading ="buddy icons" vis ="y"/>
<text4 poster_heading ="cartaz" vis ="y"/>

<asset_path>
	<wallpaper path = "download/">wallpaper.html</wallpaper>
	<poster path = "download/"><item>poster.pdf</item></poster>
	<ss path = "download/"><item>MusicAndLyricsScreensaver.zip</item></ss>
	<icons path = "download/">buddyicon.html</icons>
	<flash_poster path = "download/">MUSICANDLYRICS_NeonTour.pdf</flash_poster>
	<flash_poster path = "download/">MUSICANDLYRICS_PopWorldTour.pdf</flash_poster>
	<flash_poster path = "download/">poster.pdf</flash_poster>
	<flash_poster path = "download/">MUSICANDLYRICS_FirstWorldTour.pdf</flash_poster>
</asset_path>
<text5 creat_album ="lag ditt eget platecover" vis ="y"/>
</downloads>
<parameters
		
		musicssite_url = "http://www.musicandlyrics.com"
		warnersite_url = "http://www.warnerbros.co.uk"
		villegesite_url = "http://www.villageroadshowpictures.com"
		flv_url = "http://pdl.warnerbros.com/wbol/pt/movies/musicandlyrics/Trailer.flv"
	/>
<hitBox countryCode= "pt" />
</sourcecontent>