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	<section id="synopsis" display="HISTÓRIA"><![CDATA[	Ben "Finn" Finnegan (Matthew McConaughey) é um surfista amador e bem intencionado que se assume como caçador de tesouros. Obcecado com a procura do lendário Dote da Rainha, 40 arcas de um tesouro exótico que se afundou em 1715, Finn deita tudo a perder com a busca, nomeadamente o seu casamento com Tess Finnegan (Kate Hudson) e o seu ferrugento barco "Booty Calls". Numa tentativa de refazer a sua vida, Tess emprega-se num mega-iate ao serviço do multi-milionário, Nigel Honeycutt (Donald Sutherland), mas entretanto Finn descobre uma pista vital para o paradeiro do tesouro. Certo de que a sua sorte mudará com esta nova informação, Finn consegue introduzir-se a bordo do iate de Nigel. Valendo-se do seu bem-intencionado charme, Finn consegue convencer o magnata e a sua filha Gemma (Alexis Dziena) - uma jovem colunável totalmente dependente do seu Blueberry – a juntar-se a ele na busca do tesouro espanhol. Contrariando o que lhe diz a intuição, Tess volta a deixar-se contagiar pelo amor... da descoberta. Mas há mais quem cobice o tesouro... Moe Fitch (Ray Winstone), o mentor de Finn que vem a revelar-se seu inimigo, também se dispõe a reclamar o prémio...

	E assim se inicia a caça ao tesouro...
 
	"Fool’s Gold" conta ainda com as participações do veterano Donald Sutherland ("Pride and Prejudice") e de Ewen Bremner ("Match Point"), Alexis Dzeina ("Broken Flowers"), Kevin Hart ("Epic Movie") e Ray Winstone ("The Departed").

	A Warner Bros. Pictures apresenta "Fool's Gold", um filme de Andy Tennant com produção da De Line Pictures/Bernie Goldmann Production. Andy Tennant ("Hitch"), o compositor George Fenton ("Hitch") e o guarda-roupa de Ngila Dickson (trilogia "The Lord of the Rings"), já premiada com um Óscar.  ]]></section>
	
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	<section id="about" display="SOBRE O FILME">
		<subsection visible="y" active="y" id="cast" display="ELENCO" trackingString="cast">
			<item active="y" id="c1" displayName="Matthew McConaughey" displayRole="Finn" displayImg="assets/images/flash/bios/ben.png" trackingString="cast|Matthew+McConaughey"><![CDATA[	O trabalho mais recente de MATTHEW McCONAUGHEY (Finn) esteve patente em "We Are Marshall", um filme muito bem recebido pela crítica. Aqui, o actor desempenha o papel dum treinador de futebol numa história exemplar de uma pequena vila da Virgínia Ocidental que tem de lidar com uma perda devastadora.
			
	Em 2005, Matthew McConaughey havia entrado na comédia de aventuras "Sahara", ao lado de Penelope Cruz e Steve Zahn, papel que lhe valeu o People's Choice Award. O filme entrou directamente para o topo de receitas de bilheteira num fim-de-semana de estreia e foi o primeiro grande título assinado pela sua produtora, a j.k. livin productions. Seguiu-se um papel principal ao lado de Al Pacino no drama "Two for the Money". O ano acabou em beleza para Matthew: foi votado pela People Magazine como o "Homem Vivo Mais Sexy".
	
	No seu currículo mais recente, destacam-se a popular comédia romântica "Failure to Launch", com Sarah Jessica Parker, e "How to Lose a Guy in 10 Days", ao lado de Kate Hudson, a aventura de ficção científica "Reign of Fire", com Christian Bale, o drama "Thirteen Conversations About One Thing", o thriller de terror "Frailty", escrito e dirigido por Bill Paxton, e a estrondosa comédia romântica de Adam Shankman, "The Wedding Planner", em que contracena com Jennifer Lopez.
	
	Matthew McConaughey entrou ainda no drama de acção da II Guerra Mundial "U-571", em "EDtv", de Ron Howard, em "Amistad", de Steven Spielberg, em "Contact", de Robert Zemeckis, e no drama jurídico de Joel Schumacher "A Time to Kill", um filme muito bem recebido pela crítica, bem como em "Lone Star", "Angels in the Outfield" e "Dazed and Confused", de Richard Linklater.
	
	A produtora de Matthew McConaughey, a j.k. livin, assinou a produção executiva do documentário cinematográfico "Hands on a Hard Body", e encontra-se actualmente a desenvolver diversos projectos com vários estúdios e produtoras, nomeadamente a comédia com estreia já marcada para breve, "Surfer Dude". Futuramente, poderemos vê-lo em "Tropic Thunder", ao lado de Ben Stiller, Robert Downey Jr. e Jack Black, um filme com estreia já agendada para o Verão de 2008. ]]></item>
	
	
			<item active="y" id="c2" displayName="Kate Hudson" displayRole="Tess" displayImg="assets/images/flash/bios/tess.png" trackingString="cast|Kate+Hudson"><![CDATA[	KATE HUDSON (Tess) recebeu um Globo de Ouro e foi nomeada para um Óscar e prémios da BAFTA e da Screen Actors Guild (SAG) pelo seu trabalho no filme de culto de Cameron Crowe, "Almost Famous", estreado em 2000. O filme passa-se no mundo do rock'n'roll dos anos 1970s. A performance de Kate Hudson como a lendária "band aid" Penny Lane cativou enormemente o público e mereceu-lhe distinções de grupos de críticos de todo o país, nomeadamente o prémio da Broadcast Film Critics Association na categoria de Actriz Revelação. Concomitantemente, recebeu uma segunda nomeação para um Prémio de Elenco da SAG pelo seu trabalho de conjunto, uma nomeação partilhada com todo o elenco, que incluiu Billy Crudup, Frances McDormand, Patrick Fugit, Philip Seymour Hoffman, Jason Lee e Anna Paquin.
			
	Seguidamente, Kate Hudson entrou no filme de Robert Altman, "Dr. T & the Women", integrando novamente um elenco de luxo, que incluía Richard Gere, Helen Hunt, Laura Dern e Liv Tyler. Posteriormente, apareceu na comédia romântica "About Adam", com Stuart Townsend e Frances O'Connor, e no filme histórico épico de Shekhar Kapur, "The Four Feathers", ao lado de Heath Ledger e Wes Bentley.
	
	Em 2003, Kate Hudson contracenou com Matthew McConaughey na comédia romântica de muito sucesso "How to Lose a Guy in 10 Days", que arrecadou mais de 200 milhões de dólares em receitas mundiais de bilheteira. No mesmo ano, entrou ao lado de Luke Wilson em "Alex & Emma", sob a orientação de Rob Reiner, e na comédia contemporânea de Merchant-Ivory, "Le Divorce", também com um elenco de luxo que incluiu Naomi Watts, Glenn Close, Stockard Channing, Leslie Caron e Stephen Fry. Seguidamente, Kate assumiu o papel principal na comédia dramática de Garry Marshall, "Raising Helen", e no ano seguinte entrou em "Skeleton Key", ao lado de Peter Sarsgaard e Gena Rowlands. Mais recentemente, foi escolhida para a popular comédia "You, Me and Dupree", ao lado de Owen Wilson, Matt Dillon e Michael Douglas. Proximamente, poderemos vê-la juntamente com Dane Cook em "My Best Friend's Girl". Kate Hudson estreou-se também recentemente como argumentista e realizadora com a curta-metragem "Cutlass", um trabalho que integra o programa Glamour Reel Moments.
	
	No grande ecrã, o primeiro trabalho de Kate Hudson ficou registado na película de Risa Bramon Garcia, "200 Cigarettes", ao lado de Ben Affleck, Courtney Love e Martha Plimpton. Anteriormente, já tivera pequenos papéis no filme de Morgan J. Freeman, "Desert Blue", com Christina Ricci e Casey Affleck, e em "Gossip", um drama psicológico que também contou com as prestações de James Marsden e Joshua Jackson.
	
	Na Primavera de 2008, Kate Hudson e o estilista de cabelos David Babaii lançarão o projecto DAVID BABAII FOR WILDAID, uma inovadora marca nova de produtos de tratamento capilar que se apresenta livre de sulfatos, parabenos e produtos animais e cujo testes não foram efectuados em animais. Uma parte dos lucros reverterá a favor da organização global de conservação ambiental, a WildAid. ]]></item>
	
			<item active="y" id="c3" displayName="Donald Sutherland" displayRole="Nigel Honeycutt" displayImg="assets/images/flash/bios/nigel.png" trackingString="cast|Donald+Sutherland"><![CDATA[	DONALD SUTHERLAND (Nigel Honeycutt) é um dos actores mais prolíficos e versáteis da indústria cinematográfica, contando no seu currículo com o impressionante número de bem mais de cem títulos, que vão desde a provocadora sátira política de Robert Altman, "M*A*S*H" e do drama íntimo vivido por gente vulgar retratado por Robert Redford em "Ordinary People" à subtil complexidade de "Klute", de Alan J. Pakula e ao romantismo excêntrico de "Il Casanova de Federico Fellini". Os seus desempenhos em "M*A*S*H" e "Ordinary People" valeram-lhe nomeações para Globos de Ouro
			
	A carreira de Donald Sutherland compreendeu colaborações com alguns dos mais respeitados realizadores do meio, em projectos como "1900", de Bernardo Bertolucci, "Don't Look Now", de Nicolas Roeg, "The Day of the Locust", de John Schlesinger, "Alex in Wonderland", de Paul Mazursky, "The Dirty Dozen", de Robert Aldrich, "The Eagle Has Landed", de John Sturges, "Max Dugan Returns", de Herbert Ross, "Crackers", de Louis Malle, "Backdraft", de Ron Howard, "JFK", de Oliver Stone, "Six Degrees of Separation", de Fred Schepisi, "Without Limits", de Robert Towne, pelo qual Donald Sutherland foi novamente nomeado para um Globo de Ouro, "Space Cowboys", de Clint Eastwood, "Cold Mountain", de Anthony Minghella, e "Pride and Prejudice", de Joe Wright.
	
	No seu currículo mais recente podem ler-se títulos como "Reign Over Me", ao lado de Don Cheadle e Adam Sandler, "Ask the Dust", com argumento e realização de Robert Towne, "Land of the Blind", em que contracenou com Ralph Fiennes, "An American Haunting", também com Sissy Spacek, "American Gun", com Marcia Gay Harden e Forest Whitaker, e "Fierce People", de Griffin Dunne.
	
	Também distinguido pelo seu trabalho em televisão, Donald Sutherland foi nomeado para um Globo de Ouro pelo seu papel de patriarca de Manhattan, Tripp Darling, na nova série de sucesso da ABC, "Dirty Sexy Money", no qual contracena com Peter Krause e Jill Clayburgh. O actor já ganhara um Globo de Ouro e um Emmy pela sua prestação no filme da HBO, "Citizen X". Donald Sutherland ganhou ainda um outro Globo de Ouro pelo seu retrato de Clark Clifford, conselheiro do presidente americano Lyndon B. Johnson, no drama histórico realizado por John Frankenheimer para a HBO, "Path to War". Em 2006, foi nomeado para dois Globos de Ouro: um pelo seu papel de Porta-Voz da Casa, Nathan Templeton, na série "Commander in Chief", e um segundo pelo seu desempenho no premiado filme da Lifetime "Human Trafficking", pelo qual também recebeu nomeação para um Emmy.
	
	No palco, Donald Sutherland foi nomeado para um Outer Critics Circle Award na categoria de Melhor Actor pelo seu papel em "Ten Unknowns", uma peça de Jon Robin Baitz, muito bem recebida pela crítica, que subiu à cena no Lincoln Center, sempre perante uma casa esgotada. Também entrou nas produções de Londres, Los Angeles e Toronto de "Enigmatic Variations", uma tradução para o inglês (feita pelo seu filho Roeg Sutherland) da conhecida peça francesa de Eric-Emmanual Schmitt.  ]]></item>
	
			<item active="y" id="c4" displayName="Ewen Bremner" displayRole="Alfonz" displayImg="assets/images/flash/bios/alfonz.png" trackingString="cast|Ewen+Bremner"><![CDATA[	EWEN BREMNER (Alfonz) já conta no seu activo com mais de 25 títulos. O seu trabalho no filme de culto de Mike Leigh, "Naked", de 1993, constituiu um ponto de viragem na sua carreira, tendo conduzido rapidamente a filmes como "Judge Dredd", de Danny Cannon, filme em que contracenou com Sylvester Stallone, "Royal Deceit", com Gabriel Byrne e Helen Mirren, e "The Phoenix and the Magic Carpet", também com Peter Ustinov.
			
	No seu papel de eternamente azarado Spud – no filme negro de grande sucesso internacional de Danny Boyles, "Trainspotting" – Ewen Bremner revelou um dos seus trabalhos mais memoráveis e elogiados de sempre. Entre outros filmes comerciais no seu currículo salienta-se "The Life of Stuff", "The Acid House", "Julien Donkey-Boy", em que Ewen faz o papel principal, um jovem perturbado e esquizofrénico, ao lado de Chloe Sevigny, o thriller "Paranoid", "Snatch", de Guy Ritchie, "Pearl Harbor", de Michael Bay, "Black Hawk Down", de Ridley Scott, a comédia musical "Fancy Dancing", "16 Years of Alcohol", "The Reckoning", com Paul Bettany e Brian Cox, "The Rundown", de Peter Berg, "Around the World in 80 Days", ao lado de Jackie Chan e Jim Broadbent; "AVP: Alien vs. Predator", o drama romântico "The Zero Sum", "Marvelous", e o aclamado filme de Woody Allen, "Match Point". Os seus créditos mais recentes incluem o drama romântico "Mister Foe", com Jamie Bell e Sophia Myles, e um papel de destaque na comédia negra de Frank Oz, "Death at a Funeral", um filme que assenta num elenco de luxo. 
	
	Para a televisão britânica, Ewen Bremner desempenhou papéis dramáticos em "The Virgin Queen", "Elizabeth I", com Helen Mirren e Jeremy Irons, "The True Adventures of Robert Louis Stevenson", "The Baader Meinhoff Gang Show", e "Surrealissimo: The Trial of Salvador Dali", no qual faz o papel do famoso artista excêntrico.
	
	Ewen Bremner nasceu em Edimburgo, na Escócia, e o seu trabalho nos palcos ingleses inclui a produção Donmar Warehouse da peça de Kathy Burke, "God of Hell", bem como produções famosas como "Trainspotting", "Gormenghast", "The Present and Bright Light Shining", "Slab Boys", "Greenfingers", "The Funeral" e "Conquest of the South Pole".	]]></item>
	
			<item active="y" id="c5" displayName="Alexis Dziena" displayRole="Gemma Honeycutt" displayImg="assets/images/flash/bios/gemma.png" trackingString="cast|Alexis+Dziena"><![CDATA[	ALEXIS DZIENA (Gemma Honeycutt) teve uma colecção díspar de papéis em filmes como "Broken Flowers", de Jim Jarmusch, que contracena com Bill Murray e Sharon Stone, "Sex and Breakfast", ao lado de Macaulay Culkin, "Havoc", com Anne Hathaway, e "Strangers with Candy", também com Amy Sedaris.
	
	Para a televisão, Alexis Dziena foi protagonista da série da ABC "Invasion", bem como no telefilme da CBS "Stone Cold", ao lado de Tom Selleck, e no telefilme da Lifetime, "She's Too Young", juntamente com Marcia Gay Harden.
	
	Licenciada pela Academia Americana de Artes Dramáticas, Alexis Dziena distingue-se no canto, no piano e no violoncelo, e dedica actualmente os seus talentos à bateria e à guitarra.
	
	Brevemente, poderemos vê-la nos filmes dramáticos "Tenderness", ao lado de Russell Crowe, e em "Nick and Norah's Infinite Playlist", com Michael Cera.	]]></item>

			<item active="y" id="c6" displayName="Kevin Hart" displayRole="Bigg Bunny" displayImg="assets/images/flash/bios/bigg.png" trackingString="cast|Kevin+Hart"><![CDATA[	KEVIN HART (Bigg Bunny) começou a sua carreira de actor numa noite para amadores de um clube de cómicos em Filadélfia. Pouco tardou para que abandonasse o seu emprego numa cadeia de lojas de calçado desportivo para se dedicar a tempo inteiro a actuar em clubes como o Boston Comedy Club, o Caroline's, o Stand-Up NY, o The Improvisation, o The Laugh Factory e o The Comedy Store em Los Angeles, acabando por vir a actuar internacionalmente em clubes em Amesterdão e Londres.
			
	Mas foi a sua actuação no Festival de Comédia de Montreal que viria a abrir-lhe a porta para o trabalho no cinema. No grande ecrã, os seus créditos incluem "Epic Movie", "Scary Movie 4", "The Last Stand", "In the Mix", "The 40-Year-Old Virgin", "Soul Plane", "Along Came Polly", "Scary Movie 3" (para o qual escreveu o seu próprio papel) e "Paper Soldiers".
	
	No plano televisivo, Kevin Hart fez a produção executiva, escreveu o argumento e entrou na sitcom exibida na ABC, "The Big House", vagamente baseada na história da sua família em Filadélfia. Kevin Hart entrou ainda em programas como "Love, Inc"., exibido pela UPN, "Barbershop", da Showtime, e "Nick Cannon Presents: Wild 'N Out", da MTV. Actualmente, é apresentador do programa de muito sucesso da MTV, o "Celebrity Rap Superstar".
	
	Brevemente poderemos ver Kevin Hart nas comédias "Starship Dave", também com Eddie Murphy, "Not Easily Broken", de Bill Duke, "Something Like a Business", "Extreme Movie", com Jamie Kennedy, e "Superhero!", ao lado de Leslie Nielsen. ]]></item>
	
			<item active="y" id="c7" displayName="Ray Winstone" displayRole="Moe Fitch" displayImg="assets/images/flash/bios/moe.png" trackingString="cast|Ray+Winstone"><![CDATA[	RAY WINSTONE (Moe Fitch) pôde ser visto recentemente em "Beowulf", no qual fazia o papel que dá título ao filme. O inovador filme de acção em motion-capture foi realizado por Robert Zemeckis. Antes disso, aparecera sob a direcção de Martin Scorsese, no drama vencedor dum Óscar, "The Departed" e no filme de Anthony Minghella, "Breaking and Entering", ao lado de Jude Law e Juliette Binoche. 
			
	Em 1998, Ray Winstone recebeu o prémio do British Independent Film na categoria de Melhor Actor e foi nomeado para um prémio BAFTA pelo seu trabalho em "Nil By Mouth" de Gary Oldman. No ano seguinte, foi nomeado para mais um British Independent Film pela sua interpretação no drama de Tim Roth, "The War Zone". Recebeu a nomeação para um terceiro British Independent Film Award na categoria de Melhor Actor pelo seu trabalho em "Sexy Beast". Adicionalmente, partilhou com o resto dos actores do filme o prémio de Melhor Elenco atribuído pelo National Board of Review pelo filme de 2001 "Last Orders". O actor foi ainda nomeado para um prémio de Melhor Actor do Australian Film Institute pelo seu desempenho em "The Proposition".
	
	Nascido em Hackney, na zona East End de Londres, Ray Winstone foi campeão de boxe na escola e combateu duas vezes por Inglaterra. Estudou no Corona School antes de ser escolhido pelo realizador Alan Clarke para o controverso projecto "Scum", inicialmente pensado como uma peça da BBC, mas posteriormente banida pelo seu conteúdo violento. Mais tarde transformado em filme, "Scum" viria a catapultar a carreira de Ray Winstone. Depois desse sucesso, Ray Winstone entrou em "Quadrophenia", "Ladybird Ladybird", "Face", "The Sea Change", "The Very Thought of You", "Agnes Browne" e "Fanny and Elvis". Mais recentemente, Ray Winstone apareceu no filme de Anthony Minghella, "Cold Mountain" e no de Antoine Fuqua, "King Arthur", tendo ainda dado a voz ao Sr Castor no filme fantástico de grande sucesso "The Chronicles of Narnia: The Lion, The Witch and the Wardrobe".
	
	O actor tem também trabalhado intensivamente em televisão, tendo entrado em séries e telefilmes. Nesta área, destacam-se as suas interpretações no telefilmes britânicos "Henry VIII" e "Sweeney Todd".
	
	No Verão de 2008, Ray Winstone vai contracenar com Harrison Ford e Shia LaBeouf no ansiosamente esperado "Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull". À semelhança dos outros "episódios", esta quarta aventura da popular série de Indiana Jones será também realizada por Steven Spielberg.	]]></item>
		</subsection>
		
		<subsection visible="y" active="y" id="crew" display="EQUIPA TÉCNICA" trackingString="Crew">
			<item active="y" id="cr1" displayName="ANDY TENNANT" displayRole="Realizador / Argumentista" displayImg="assets/images/flash/bios/crew.png" trackingString="crew|Andy+Tennant"><![CDATA[	A ANDY TENNANT (Realizador / Argumentista) se deve a comédia romântica "Hitch", com Will Smith, um filme que quebrou os recordes de bilheteira logo na sua estreia, em Fevereiro de 2005, para depois se tornar um êxito a nível mundial. O realizador já havia assinado anteriormente um outro sucesso, também uma comédia romântica, "Sweet Home Alabama", com Reese Witherspoon, Josh Lucas e Patrick Dempsey nos principais papéis. Em 1999, Andy Tennant dirigiu Jodie Foster e Chow Yun-Fat em "Anna and the King". Antes disso, tinha realizado a fábula romântica "Ever After", uma película de que foi co-argumentista com Drew Barrymore, Dougray Scott e Anjelica Huston nos principais papéis. Andy Tennant estreou-se como realizador com "It Takes Two", tendo logo de seguida dirigido Matthew Perry e Salma Hayek em "Fools Rush In".
			
	Nativo de Chicago, Andy Tennant estudou Teatro sob a orientação de John Houseman na Universidade da Califórnia do Sul. Para a televisão, realizou diversas séries de sucesso, nomeadamente "The Wonder Years", "Parker Lewis Can't Lose" e "The Adventures of Brisco County, Jr". 
	
	Mas Andy Tennant tem mais uma comédia romântica já na calha. Trata-se de "Around the World in 80 Dates" para a produtora de Reese Witherspoon, a Type A Films.	]]></item>
	
			<item active="y" id="cr2" displayName="JOHN CLAFLIN" displayRole="Argumento / História" displayImg="assets/images/flash/bios/crew.png" trackingString="crew|John+Claflin"><![CDATA[	JOHN CLAFLIN (Argumento / História) trabalhou para o produtor Frederick Zollo em "Quiz Show" e para Albert "Cubby" Broccoli em "GoldenEye" como responsável pelo desenvolvimento de projectos antes de se dedicar à escrita de argumentos. O seu primeiro guião, "The Longest Night", foi vendido a um dos principais estúdios. Na sequência disso, e juntamente com um antigo colega de Harvard, Daniel Zelman, escreveu diversos argumentos, entre os quais o do filme emitido pela USA Network "They Nest", a adaptação para a produção de "Anacondas: The Hunt for the Blood Orchid", o argumento original de "The Tomb", e foi deles também a ideia original e o argumento de "The Watch". 
			
	Para além do seu trabalho no cinema e na televisão, John Claflin também tem experiência no teatro. Em parceria com o famoso compositor da Broadway, Laurence O'Keefe, escreveu a música e as letras de "La Cava", uma peça que subiu ao palco no West End de Londres e esteve em cena durante oito meses.
	
	John Claflin encontra-se actualmente a trabalhar num argumento – ainda sem estúdios interessados – e no argumento original para um episódio-piloto duma série televisiva. O autor reside em Los Angeles.	]]></item>
	
	
			<item active="y" id="cr3" displayName="DANIEL ZELMAN" displayRole="Argumento / História" displayImg="assets/images/flash/bios/crew.png" trackingString="crew|Daniel+Zelman"><![CDATA[	DANIEL ZELMAN (Argumento / História) trabalha actualmente como produtor executivo e co-criador da popular série de efeitos visuais "Damages", com Glenn Close. A série, que acaba de completar a sua primeira época, foi nomeada para quatro Globos de Ouro, nomeadamente o de Melhor Série Dramática. Daniel Zelman foi ainda co-nomeado para um prémio da Writers Guild of America na categoria de Melhor Série Original.
			
	Tendo começado a sua carreira como actor, Daniel Zelman licenciou-se em Belas Artes (MFA – Master of Fine Arts) pela Tisch School of the Arts Graduate Acting Program da Universidade de Nova Iorque. Teve papéis no cinema, na televisão e nos palcos de Nova Iorque, destacando-se a sua participação na produção de Tony Kushner, "Angels in America", levada à cena na Broadway. 
	
	Desde então, foi co-autor de diversos projectos juntamente com John Claflin, nomeadamente dum telefilme para a USA Network, da adaptação para a produção do argumento de "Anacondas: The Hunt for the Blood Orchid", do argumento original de "The Tomb" ainda sem contrato à vista, e do argumento original de "The Watch". Para lá das suas colaborações com John Claflin, Daniel Zelman assinou o argumento original de "Cowboy Dad".
	
	Daniel Zelman reside em Los Angeles e em Nova Iorque com a sua mulher, a actriz Debra Messing, e o filho de ambos.	]]></item>
	
			<item active="y" id="cr4" displayName="DONALD DELINE" displayRole="Produtor" displayImg="assets/images/flash/bios/crew.png" trackingString="crew|Donald+Deline+Producer"><![CDATA[	DONALD DE LINE (Produtor) é um dos produtores independentes de cinema mais respeitados da actualidade, tendo já sido Presidente e Vice-Administrador da Paramount Pictures e Presidente da Touchstone Pictures.
			
	No currículo de Donald De Line salienta-se a produção do popular filme de acção "The Italian Job", com Mark Wahlberg, Charlize Theron e Donald Sutherland nos principais papéis, e de "The Stepford Wives", com as interpretações de Nicole Kidman e Matthew Broderick.
	
	Donald De Line abriu o seu estúdio em 1985 na Walt Disney Company como Director de Produção do Departamento de Entertenimento Filmado, tendo conseguido chegar, ao fim de cinco anos, a Presidente da Touchstone Pictures com apenas 35 anos. Sob a sua liderança, a Touchstone conheceu uma sucessão sem precedentes de sucessos de bilheteira, nomeadamente o filme de Garry Marshall, "Pretty Woman", que viria a projectar Julia Roberts para o estrelato, "Sister Act", com Whoopi Goldberg, "Phenomenon", com John Travolta, "Ransom", de Ron Howard, com Mel Gibson, "Con Air", com Nicolas Cage, o grande sucesso internacional de bilheteiras de Michael Bay, "Armageddon", com Bruce Willis, "The Horse Whisperer", de Robert Redford, e "The Waterboy", com Adam Sandler. Coube-lhe também a supervisão do primeiro filme cinematográfico de Wes Anderson, "Rushmore", com Bill Murray, e a epopeia biográfica de Tim Burton, largamente elogiada pela crítica, "Ed Wood", com o desempenho de Johnny Depp, entre outros. No total, os filmes por si supervisionados arrecadaram um lucro de 2,5 milhares de milhões de dólares, tendo conseguido ainda o impressionante feito de conquistar 24 nomeações para Óscares da Academia.
	
	Na lista de antigos colaboradores de Donald De Line estão incluídos os respeitáveis realizadores Martin Scorsese, Michael Mann e Jonathan Demme, e vários actores populares nomeadamente Steve Martin e Al Pacino, para salientar apenas alguns.
	
	Donald De Line acabou recentemente a produção de um thriller baseado no livro de David Ignatius, Body of Lies, realizado por Ridley Scott com Leonardo DiCaprio e Russell Crowe nos principais papéis, uma película já com estreia agendada para o Outono de 2008. Outros projectos do produtor incluem a animação "Guardians of Ga'hoole", baseado nos livros homónimos, um colecção de bestsellers orientados para uma população de jovens leitores adultos. Para realizar o filme foi escolhido Zack Snyder. Na calha, está ainda a produção das comédias "Observe and Report", com Seth Rogen, um filme que será realizado por Jody Hill, e "I Love You, Man", do argumentista-realizador John Hamburg.	]]></item>
	
			<item active="y" id="cr5" displayName="BERNIE GOLDMANN" displayRole="Produtor" displayImg="assets/images/flash/bios/crew.png" trackingString="crew|Bernie+Goldmann"><![CDATA[	BERNIE GOLDMANN (Produtor) assinou a produção de "300", a feroz narrativa da antiga Batalha de Termópilas, realizada por Zack Snyder, um êxito de bilheteiras em 2007. Baseado no trabalho do romancista gráfico Frank Miller, o filme quebrou recordes de bilheteira e foi entusiasticamente recebido tanto pelo público como pelas críticas de todo o mundo.
			
	Bernie Goldmann co-dirigiu há bem pouco tempo a comédia "Bill" em parceria com a mulher, Melisa Wallack. A comédia conta com as interpretações de Jessica Alba, Elizabeth Banks, Aaron Eckhart e Tim Olyphant, Foi comprada pela First Look Studios no Festival Internacional de Cinema de Toronto e tem já estreia marcada para Abril de 2008.
	
	No seu currículo mais recente, destaca-se a produção de títulos como "George Romero's Land of the Dead", "Taking Lives", com Angelina Jolie, e "Looney Tunes: Back In Action".
	
	Nos três anos em que foi Presidente de Produção da Village Roadshow Pictures, a empresa co-financiou e produziu "The Matrix", "Training Day", "Ocean's Eleven", "Space Cowboys", "Analyze This", "Miss Congeniality", "Three Kings", "Cats and Dogs", "Deep Blue Sea", e "Saving Silverman". 
	
	Como Vice-Presidente Responsável pela Produção da Walt Disney Pictures entre 1993 e 1998, Bernie Goldmann supervisionou projectos como "My Favorite Martian", "Mystery, Alaska", "Blank Check", "Tom and Huck", "Homeward Bound II", "Rocket Man", "I'll Be Home for Christmas" e "Bicentennial Man".
	
	Bernie Goldmann iniciou-se na indústria como assistente de produção na Steve Tisch Company, saindo de lá oito anos depois como presidente da empresa. Durante esse tempo, assinou a produção executiva ou a co-produção de "Corrina, Corrina", "Bad Influence", "Heart Condition", "Soul Man" e "Victim of Love". 
]]></item>

			<item active="y" id="cr6" displayName="JON KLANE" displayRole="Produtor" displayImg="assets/images/flash/bios/crew.png"  trackingString="crew|Jon+Klane"><![CDATA[	JON KLANE (Produtor) produziu a comédia negra "Grilled", com Ray Romano, Kevin James e Juliette Lewis. Foi também produtor executivo no telefilme da A&E, "Karrol's Christmas", com realização de Dennis Dugan. 
			
	Jon Klane foi dono da Jon Klane Company, uma firma de agenciamento literário para o cinema. Durante os quinze anos em que foi agente de talentos, realizou um trabalho fundamental em filmes como "Falling Down", "Menace II Society", "Ransom", "Volcano" e "Saving Silverman". 
	
	Klane é actualmente sócio da Klane/Young Entertainment, que tem um contrato de escolha prioritária com a Phoenix Pictures. Nascido em Nova Iorque, John Klane é filho do argumentista-realizador-produtor Robert Klane e começou a sua carreira no serviço de expediente da CAA [Criative Artists Agency] em 1985.	]]></item>
	
	
			<item active="y" id="cr7" displayName="WINK MORDAUNT" displayRole="Produtora Executiva" displayImg="assets/images/flash/bios/crew.png" trackingString="crew|Wink+Mordaunt"><![CDATA[	WINK MORDAUNT (Produtora Executiva) prossegue na sua associação com Andy Tennant, de quem é sócia na Film Buff Productions. O filme "Ever After" assinalou a sua primeira colaboração com o realizador; a experiência foi repetida em "Anna and the King", em que foi co-produtora, e em "Sweet Home Alabama", cuja produção executiva assinou. Mais recentemente, Wink Mordaunt foi também produtora executiva da popular comédia romântica de Andy  Tennant, "Hitch", com Will Smith no principal papel. 
			
	Tendo começado a sua carreira no cinema em Inglaterra, Wink Mordaunt participou em filmes como "Braveheart", "Wings of the Dove" e "Sliding Doors". A sua mestria de produtora já foi testada em filmagens em locais tão diversos como Malásia, França, Tailândia, China, Irlanda, Escócia e Estados Unidos. 
	
	Wink Mordaunt é licenciada em Economia pela Universidade de Edimburgo	]]></item>
	
	
			<item active="y" id="cr8" displayName="JAMES R. DYER" displayRole="Produtora Executiva" displayImg="assets/images/flash/bios/crew.png" trackingString="crew|James+R+Dyer"><![CDATA[	O trabalho mais recente de JAMES R. DYER (Produtor Executivo) como co-produtor executivo está patente na aclamada série da HBO, "Rome", uma série multi-premiada cuja acção decorre nos últimos anos do reinado de Júlio César. Antes disso, assinou a produção executiva dos filmes "Underclassman", "The Italian Job", produzido por Donald De Line com Mark Wahlberg e Charlize Theron nos principais papéis, "Crazy in Alabama", realizado por Antonio Banderas; e "Wild Orchid", com argumento e realização de Zalman King. James R. Dyer foi ainda co-produtor do thriller "Domestic Disturbance", também produzido por Donald De Line, com John Travolta e Vince Vaughn nos principais papéis. Como director financeiro, foi responsável pela produção de "The Patriot", um drama da Guerra da Independência realizado por Roland Emmerich com Mel Gibson e Heath Ledger nos principais papéis, "The Deep End of the Ocean", com Michelle Pfeiffer, "The Replacement Killers", de Antoine Fuqua, e "Anaconda". 
			
	No seu currículo de produção destacam-se ainda filmes como as obras de Brian De Palma, "Raising Cain", "Blow Out" e "Carrie", e as Walter Hill, "Another 48 Hrs", "Johnny Handsome" e "Red Heat", "Dead Bang", de John Frankenheimer, e "The Best of Times", de Roger Spottiswoode.	]]></item>
	
	
			<item active="y" id="cr9" displayName="DON BURGESS" displayRole="Director de Fotografia" displayImg="assets/images/flash/bios/crew.png" trackingString="crew|Don+Burgess"><![CDATA[	O trabalho mais recente de DON BURGESS (Director de Fotografia) está patente na imagem da comédia efabulada "Enchanted", um filme com estrondoso sucesso que combina acção real com animação. 
			
	O valor profissional de Don Burgess já foi reconhecido anteriormente com a nomeação para um Óscar pela sua fotografia no filme de Robert Zemeckis, "Forrest Gump", um filme de sucesso que arrebatou o Óscar. O seu trabalho no filme valeu-lhe ainda a nomeação para um prémio BAFTA e um da American Society of Cinematographer. A sua colaboração de longa data com Robert Zemeckis teve ainda como frutos os filmes "The Polar Express", "Cast Away", "What Lies Beneath" e "Contact". Don Burgess já tinha ganho o prémio CableACE pelo seu trabalho no episódio realizado por Robert Zemeckis da série "Tales from the Crypt". 
	
	Entre os filmes de grande ecrã de Don Burgess destacam-se muitos sucessos de bilheteira: os filmes de acção "Spider-Man" e "Terminator 3: Rise of the Machines", o filme de aventuras "Eight Below", e as comédias "My Super Ex-Girlfriend", "13 Going on 30", "Christmas with the Kranks" e "Forget Paris".	]]></item>
	
			<item active="y" id="cr10" displayName="CHARLES WOOD" displayRole="Director de Arte" displayImg="assets/images/flash/bios/crew.png" trackingString="crew|Charles+Wood"><![CDATA[	CHARLES WOOD (Director de Arte) lançou-se na indústria do cinema em 1991 como director artístico de efeitos visuais em projectos como "The Fugitive", "Fearless", de Peter Weir, "Under Siege" e "Army of Darkness". Na sequência do seu trabalho artístico, colaborou desde então em projectos diversos, tanto para os grandes estúdios como para produtoras independentes. No seu currículo contam-se títulos como "Amazing Grace", de Michael Apted, "Flyboys", de Tony Bill, "Laws of Attraction", "The Italian Job", de F. Gary Gray, "Get Carter" e "Mortal Kombat: Annihilation".
			
	Charles Wood foi nomeado para um Emmy em 2000 pelo telefilme "Geppetto" e para um prémio Satellite em 2007 pelo seu trabalho em "Amazing Grace".	]]></item>
	
			<item active="y" id="cr11" displayName="TROY TAKAKI" displayRole="Montagem" displayImg="assets/images/flash/bios/crew.png" trackingString="crew|Troy+Takaki"><![CDATA[	TROY TAKAKI (Montagem) já tinha trabalhado com Andy Tennant na montagem da comédia romântica "Hitch", um dos grandes sucessos do realizador, com Will Smith no principal papel, e em "Sweet Home Alabama", com Reese Witherspoon. 
			
	Troy Takaki mudou-se para Los Angeles em 1990 para se dedicar à sua carreira, depois de se ter formado cum laude na licenciatura de Cinema da Universidade Estadual de São Francisco. Tendo conseguido introduzir-se na televisão, trabalhou em séries como "Desperate Housewives", "Ally McBeal", "Tales from the Crypt", "SeaQuest DSV", "JAG", "Dark Skies" e "Nash Bridges", para mencionar apenas algumas.
	
	A viragem para a montagem cinematográfica deu-se com "Sweet Underground", um filme candidato no Festival de Cinema Independente de Los Angeles e com "The Pornographer", um filme concorrente na edição do Festival de Cinema de Sundance. Desde então, tanto tem trabalhado em filmes comerciais como em cinema independente, sendo da sua responsabilidade a montagem de títulos como "Because I Said So", com Diane Keaton, "Stick It", com Jeff Bridges, "Cheats", "Jawbreaker", "One Point O", filme em competição na edição de 2003 do Festival de Cinema de Sundance, "Drum", com Taye Diggs, "This Girl's Life", com James Woods e Rosario Dawson, "Crazy as Hell", de Eriq La Salle, "Scarred City", da HBO, com Stephen Baldwin e Chazz Palminteri, e "Slow Burn", com Minnie Driver, Josh Brolin e James Spader.	]]></item>
	
			<item active="n" id="cr12" displayName="DONALD DELINE" displayRole="Editor" displayImg="assets/images/flash/bios/crew.png" trackingString="crew|Donald+Deline+Editor"><![CDATA[	Bio Coming Soon.]]></item>
			<item active="y" id="cr13" displayName="TRACEY WADMORE-SMITH" displayRole="Montagem" displayImg="assets/images/flash/bios/crew.png" trackingString="crew|Tracey+WadmoreSmith"><![CDATA[	TRACEY WADMORE-SMITH (Montagem) tem trabalhado bastante com o realizador Andy Tennant, tendo assinado a montagem de "Hitch" – um êxito de bilheteiras do realizador, com Will Smith no principal papel – e a de "Sweet Home Alabama", com Reese Witherspoon, bem como a dum episódio-piloto do realizador para a série televisiva "Mysteries of 71st Street". Anteriormente, Tracey também já fora assistente de montagem do realizador em "Anna and the King" e "Ever After". No seu currículo de montagem, contam-se ainda filmes como "The Brothers Solomon", "Life and Lyrics", "The List", "London" e "Love Relations".
			
	Adicionalmente, Tracey Wadmore-Smith foi também assistente de montagem em projectos como "The Majestic", "The Salton Sea", "Here on Earth", "American Beauty", "The Crucible" e "Gentlemen Don't Eat Poets". O seu trabalho como assistente de montagem está também patente em "The Upside of Anger", com Kevin Costner e Joan Allen, "Open Range", de Kevin Costner, e "Fatherland", um filme exibido pela HBO. 
	
	Tracey Wadmore-Smith nasceu em Sutton, em Inglaterra, e estudou design gráfico na Reigate School of Art Design & Media. ]]></item>
	
			<item active="y" id="cr14" displayName="GEORGE FENTON" displayRole="Compositor" displayImg="assets/images/flash/bios/crew.png" trackingString="crew|George+Fenton"><![CDATA[	GEORGE FENTON (Compositor) assinala com este filme a sua quinta colaboração com Andy Tennant, tendo composto as bandas sonoras de outros filmes do realizador, a saber "Hitch", "Sweet Home Alabama", "Anna and the King" e "Ever After".
			
	No seu currículo, contam-se nomeações para um Óscar da Academia na categoria de Melhor Banda Sonora Original por "The Fisher King", "Dangerous Liaisons" e "Gandhi"; o compositor foi ainda nomeado em duas categorias com o filme "Cry Freedom": a de Banda Sonora Original e a de Canção Original; já recebeu 15 nomeações da BAFTA pelo seu trabalho em cinema e televisão, tendo ganho por três vezes com as suas bandas sonoras televisivas, nomeadamente com dois documentários da BBC/Discovery: "Planet Earth" em 2006 e "The Blue Planet" em 2001; as duas obras também lhe valeram um Emmy cada uma. Adicionalmente, George Fenton ganhou por quatro vezes o BMI Film Music Award, pelo seu trabalho em "Hitch", "Sweet Home Alabama", "You've Got Mail" e "Groundhog Day". Foi nomeado para um Globo de Ouro pela banda sonora de "Cry Freedom", e recebeu uma nomeação dupla – nas categorias de Melhor Banda Sonora Original e Melhor Canção – por "Anna and the King". A somar a tudo isto, as suas bandas sonoras de "Cry Freedom" e "Gandhi" foram também nomeadas para um Grammy Award. Em 2007, foi convidado a ingressar na British Academy of Composers & Songwriters.
	
	Outros créditos cinematográficos de George Fenton incluem "The Madness of King George", "Shadowlands", "Stage Beauty", "Mrs. Henderson Presents" e "The History Boys". Foi convidado a fazer a banda sonora de muitos dos filmes do realizador Ken Loach, nomeadamente "Land and Freedom", "My Name is Joe" e o seu recente "The Wind That Shakes the Barley".
	
	As bandas sonoras de George Fenton para "Deep Blue" e "Earth", filmes de ficção baseados em anteriores documentários da BBC/Discovery, foram executadas pela Filarmónica de Berlim – tendo sido a primeira vez que a lendária orquestra gravou a banda sonora dum filme. George Fenton, residente em Londres, dirigiu muitas das principais orquestras mundiais na execução do seu concerto "Blue Planet Live". Está já planeada uma nova digressão pelo Reino Unido em Abril de 2008.]]></item>
	
			<item active="y" id="cr15" displayName="STEPHEN JONES" displayRole="Co-Produtor" displayImg="assets/images/flash/bios/crew.png" trackingString="crew|Stephen+Jones"><![CDATA[	STEPHEN JONES (Co-Produtor) foi produtor executivo em "Nim's Island", um filme de aventuras para toda a família com Abigail Breslin, Jodie Foster e Gerard Butler. Nos seus créditos de co-produção, podem contar-se participações nos filmes "Superman Returns", de Bryan Singer, "Son of the Mask" e na versão de "Peter Pan", do realizador P.J. Hogan. Stephen Jones foi ainda produtor associado em "Ghost Ship", "Scooby-Doo" e "Red Planet"; line producer em "The Well", "Offspring" e "Fatal Past", e supervisor de produção nos filmes de George Lucas, "Star Wars: Episode II - Attack of the Clones" e "Star Wars: Episode III - Revenge of the Sith". Os seus créditos de responsável financeiro incluem "Quigley Down Under", "The First Kangaroos" e "The Time Guardian".
			
	Para a televisão, Stephen Jones trabalhou em diversas áreas: produziu o telefilme "Noah's Ark", com Jon Voight e Mary Steenburgen; foi co-produtor da série "Water Rats"; responsável financeiro da série "Naked" e line producer nas séries "Big Sky". Adicionalmente, foi supervisor de produção no telefilme feito expressamente para a ABC, "Dadah is Death", com Julie Christie.	]]></item>
	
			<item active="y" id="cr16" displayName="NGILA DICKSON" displayRole="Guarda-roupa" displayImg="assets/images/flash/bios/crew.png" trackingString="crew|Ngila+Dickson"><![CDATA[	NGILA DICKSON (Guarda-roupa) ganhou um Óscar da Academia em 2004 pelo seu trabalho no filme de Peter Jackson, "The Lord of the Rings: The Return of the King". Nesse mesmo ano, as nomeações bateram-lhe à porta duas vezes, tendo também sido nomeada pelo guarda-roupa de "The Last Samurai", Edward Zwick. A figurinista já se tinha estreado nas nomeações para um Óscar e um BAFTA na categoria de Melhor Design de Guarda-Roupa com "The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring". Além disso, recebeu um BAFTA pelo seu trabalho em "The Lord of the Rings: The Two Towers"; "The Lord of the Rings: The Return of the King" valeu-lhe um prémio da Costume Designers Guild e uma terceira nomeação para um BAFTA.
			
	Mais recentemente, Ngila Dickson desenhou os figurinos de "Blood Diamond", um filme com Leonardo DiCaprio, Djimon Hounsou e Jennifer Connelly, e de "The Illusionist", com Edward Norton, Paul Giamatti e Jessica Biel, tendo-lhe este último valido mais uma nomeação para um prémio da Costume Designers Guild.
	
	Oriunda da Nova Zelândia, Ngila Dickson fez o seu primeiro trabalho para o realizador Peter Jackson no filme de estreia deste, "Heavenly Creatures". Os seus primeiros créditos incluem também o projecto televisivo de 1989 "The Rainbow Warrior Conspiracy", sobre o afundamento de um barco da Greenpeace, e a versão cinematográfica da mesma história, "The Rainbow Warrior". Também coube a Ngila Dickson desenhar o guarda-roupa da internacionalmente famosa série televisiva "Xena: Warrior Princess", pelo qual recebeu um New Zealand Film and TV Award na categoria de Melhor Contribuição para o Design.	]]></item>
			</subsection> 
			
		<subsection visible="y" active="y" id="notes" display="NOTAS DE PRODUÇÃO" trackingString="productionNotes">
			<item active="y" id="n1" displayName="ESCOLHA DE ELENCO" trackingString="productionNotes|1"><![CDATA[	Andy Tennant andava a querer explorar novos territórios no ecrã quando recebeu um primeiro esboço do argumento de "Fool's Gold", assinado por John Claflin e Daniel Zelman. "Li o material e achei que tinha 'pernas para andar', se me permitem a expressão. Vi nele uma oportunidade de ouro para fazer um bom filme divertido. Tinha todos os ingredientes que gosto de ver numa comédia de aventuras", recorda Andy Tennant. "Senti que podia dar-lhe imenso de mim, portanto empreendi a tarefa de o reescrever e admito que durante os sete meses que isso durou andei um bocado obcecado. Pesquisei a fundo a lenda do Dote da Rainha, bem como histórias que aconteceram mesmo a caçadores de tesouros e o que acabaram por encontrar."
			
	O produtor Bernie Goldmann revela, "Quando li o argumento, vi nele um grande potencial para um filme romântico de aventuras. Os filmes do Andy sempre me divertiram imenso e por isso mandei-lhe o argumento. Percebi logo que encaixavam perfeitamente".
	
	O produtor Donald De Line acrescenta, "Se olharmos para o conjunto da sua obra, constata-se que o Andy tem um talento óbvio para fazer comédias. Tem um instinto incrível para detectar o humor e o sentimento das situações e tem um grande carinho pelas suas personagens. Eu sabia que combinando a sua capacidade genial de se relacionar com os outros com uma história de aventuras formidável, teríamos como resultado uma perspectiva nova e original da comédia romântica de acção."
	
	Andy Tennant salienta, "Penso que parte do que me atraiu para esta história foi a caça ao tesouro não ser motivada meramente pelo dinheiro. Trata-se de um casal que se enamorou na partilha duma paixão pela pesquisa e a descoberta. Mas, na vida real, isso talvez não seja suficiente para os manter unidos portanto, quando os conhecemos, estão à beira do divórcio. Para eles encontrar o tesouro poderá ser uma forma de se reconciliarem. E isso, para mim, é divertido."
	
	Para os papéis principais de Ben "Finn" Finnegan e da sua agora ex-mulher, Tess, a equipa de realização decidiu voltar a juntar Matthew McConaughey e Kate Hudson, cuja química já havia sido provada em 2003 no filme "How to Lose a Man in 10 Days", uma película em que o casal cativou plenamente o coração do público.
	
	"Para mim, foi óptimo entrar no projecto sabendo de antemão que estaria à vontade com o Matthew", revela Kate Hudson. "Tenho um grande fraquinho por ele. É um querido! Não tem ponta de maldade! Conseguimos andar na brincadeira e divertir-nos imenso, mas também sabemos muito bem como provocar-nos. Temos ambos uma natureza algo competitiva e ‘mandamos bocas’ um ao outro, o que se encaixou na perfeição nas nossas personagens e na dinâmica das suas relações."
	
	"Eu e a Kate tanto podemos discutir como namoriscar", conta Matthew McConaughey sorrindo. "A nossa empatia está mais patente no que não é dito do que naquilo que é dito, e, seja lá por que for, connosco isso parece funcionar muito bem. A Kate tem um brilhozinho muito especial para o qual é fácil sentirmo-nos atraídos. É também muito oportuna e tem um timing de comédia perfeito, o que mantém a comédia acesa, mas um bocadinho provocante."
	
	"Precisávamos de um casal que pudesse digladiar-se; tinham de estar numa plataforma de igualdade para poderem dar cada um o seu melhor", faz notar o realizador. "O Matthew e a Kate são ambos tão talentosos e dedicaram-se de forma tão completa às suas personagens, que houve uma centelha imediata. E dada a sua anterior parceria, o público já viu como eles são quando se apaixonam, por isso pudemos saltar directamente por cima do casamento e mergulhar no divórcio", conta o realizador, soltando uma gargalhada.
	
	Na verdade, o filme começa no dia em que o divórcio ia ser declarado. Mas enquanto que Tess está perturbadíssima e tenta convencer-se que está a dar o passo certo, Finn está a lidar com um destroço de outra natureza. Debaixo de água e obviamente alheado ao desastre que se desenrola à superfície, Finn conseguiu afundar o seu barco e, com ele, qualquer esperança de regressar à cidade a tempo de impedir que Tess ponha definitivamente fim ao casamento. Mas afinal, nem tudo são desgraças! Finn encontra uma chapa que prova que está mais próximo do que nunca de encontrar o Dote da Rainha, uma fortuna incontável em ouro e jóias, que fascina caçadores de tesouros há quase 300 anos.
	
	De acordo com Matthew McConaughey, "Acontece que no preciso dia em que a mulher se está a divorciar dele, Finn encontra uma nova pista – uma pista substancial – para o tesouro que ambos tinham andado à procura nos últimos oito anos. É uma prova de que o tesouro existe e está algures, e se ele puder mostrar-lhe que afinal estão no bom caminho, talvez ela lhe dê outra oportunidade e não persista em ir para a frente com o divórcio. Finn tem o dom da persuasão, e a sorte – ou será o destino – está geralmente do lado dele. Se a pessoa se deixar estar perto dele, acabará por sair a ganhar... Só que nunca se tem a certeza para onde ele vai ou como raio lá há-de chegar! Ele está sempre a meter a pata na poça, mas penso que também foi por isso que Tess se apaixonou por ele."
	
	E, como vem a revelar-se, o instinto de Finn estava certo. O casal apaixonara-se quando investigava o Dote da Rainha e passara o casamento todo à procura do mesmo. Agora que talvez estejam perto de finalmente resolver o mistério, Tess vê-se atraída de novo à caçada. Por muito que o deseje, Tess consegue tanto resistir à importância da nova prova de Finn como ao próprio Finn.
	
	"Fica-se com a sensação que Finn leva Tess à loucura", admite Kate Hudson. "Ela ama-o, mas ele é completamente irresponsável e não pensa antes de agir, e Tess tem muita dificuldade em confiar nas avaliações dele. À medida que vamos conhecendo melhor a relação deles, percebemos porque é que é uma espécie de 'Amo-te, mas não consigo estar contigo nem consigo afastar-me de ti'. Claro que quando Tess finalmente decide avançar e pôr fim ao casamento, Finn arranja maneira de se introduzir de novo na vida dela e continuar a enlouquecê-la", diz a actriz rindo.	]]></item>
	
			<item active="y" id="n2" displayName="NOVOS AMIGOS E VELHOS INIMIGOS" trackingString="productionNotes|2"><![CDATA[	Uma vez devidamente divorciada, Tess decide mudar de vida e arranja emprego num fabuloso iate de luxo, o Precious Gem, que pertence ao multi-milionário Nigel Honeycutt. Para deleite da equipa de realização, Donald Sutherland aceitou o papel. O actor – já galardoado com um Óscar – desempenha o papel de um abastado magnata que acaba por lucrar mais do que previu, ao contratar Tess para trabalhar como funcionária do seu iate.
			
	Nas palavras de Donald De Line, que já em "The Italian Job" trabalhara com Donald Sutherland, "Já tive a sorte por duas vezes de trabalhar com o Donald Sutherland. Ele aporta algo de muito especial quando chega às filmagens. Ficámos encantados por ele ter adorado o argumento e o papel. Todos sabiam que ele é um excelente actor, mas ao ler a carta linda e apaixonada que ele escreveu sob a forma como via Nigel, ficámos absolutamente rendidos. Foi um momento muito especial."
	
	"Há momentos na nossa vida de realizador em que conhecemos um actor que transcende o seu papel, e trabalhar com o Donald constituiu um desses momentos", afirma Andy Tennant. "Trata-se de um homem que já fez uma quantidade espantosa de trabalho. Não tem nada a provar e, contudo, chegado o momento da leitura do guião, ele tinha memorizado tudo! E não me refiro apenas às cenas e às falas dele, tinha decorado o guião todo! Foi incrível e o resto do pessoal sentiu logo necessidade de se pôr à altura. Ele não só é um excelente profissional, como um tipo fascinante. Podia passar o dia a ouvi-lo falar, por isso foi um prazer trabalhar com ele e conviver com ele fora do âmbito das filmagens."
	
	Tess começara a convencer-se que se distanciara finalmente de Finn quando, para sua enorme consternação, ele consegue fazer-se convidado a bordo do Precious Gem com um ousado salvamento no mar, ao conseguir recuperar um chapéu levado pelo vento, pertença de Gemma, a colunável e mimada filha de Nigel.
	
	O papel de Gemma é protagonizado pela jovem actriz em ascensão Alexis Dziena, que, no dizer de Andy Tennant, "tem um verdadeiro talento para a comédia e é um doce de miúda. Quando estávamos a fazer o casting para a personagem, a Alexis entrou na sala e distinguiu-se logo das outras. Achámo-la divertida e espirituosa e encaixava-se na perfeição no papel, por isso, escolhê-la foi uma decisão óbvia da minha parte."
	
	Alexis Dziena observa que enquanto, à primeira vista, Gemma possa parecer algo fútil, a personagem dela tem mais que se lhe diga. "Para mim, foi um desafio garantir que a personagem fosse vista como uma pessoa positiva e não dar logo a ideia de alguém vaidoso e desinteressante. Uma das coisas que discuti com o Andy foram os 'Gemma-ismos' dela, aquelas maniazinhas que ela tem que a definem mais do que aquilo que está no papel. Também nos divertimos imenso a definir a personagem pela roupa que usa. Ela tem gostos muito caros, por isso pude dar-me ao luxo de usar coisas que nunca poderia comprar!"
	
	A responsável pelo guarda-roupa, Ngila Dickson relata, "Queríamos fazer a Gemma tão espalhafatosa quanto possível, para contrastar com a Tess, que é mais desportista e prática. Pudemos dar largas à nossa criatividade, inclusivamente no que toca aos fatos de banho de Gemma, como aquele fato de riscas vermelhas com os suspensórios que me 'surgiu debaixo dos olhos'. Assentava na perfeição na personagem, por isso largámos tudo o resto e vestimos-lho logo!"
	
	Alexis Dziena acrescenta que outra faceta de Gemma é revelada pela relação com o pai. "É uma daquelas situações em que amamos alguém, sabemos que a pessoa nos ama, mas não sabemos como nos relacionar com ela. Eles nunca passaram muito tempo juntos e nunca falaram verdadeiramente de coisas importantes. Mais do que uma relação de afastamento, penso que partilham uma certa falta de à-vontade um com o outro."
	
	Uma vez a bordo do Precious Gem e tendo ganho a eterna gratidão de Gemma por lhe der salvado o chapéu, Finn vê uma oportunidade de ouro para conseguir financiamento para a sua caça ao tesouro. Pouco tempo depois, já está a fascinar Nigel e Gemma com a história do barco condenado do século XVIII, Aurelia, e da sua carga perdida, o lendário Dote da Rainha. O entusiasmo de Finn reacende o de Tess, e a sua paixão comum revela-se contagiosa, levando a que Nigel e Gemma se juntem entusiasticamente à busca. 
	
	Infelizmente para Finn, esse mesmo entusiasmo já infectara anteriormente um investidor pouco escrupuloso e ele já lhe tinha insinuado que estava a aproximar-se do tesouro... na verdade, perto demais. Mas agora, aquele que outrora o apoiou – um bandido poderoso da zona com o nome enganadoramente quente e paternal de Bigg Bunny – reclama propriedade do tesouro, alegando boas razões para isso: tudo indica que o mesmo se encontra escondido na pequena ilha das Caraíbas que Bigg Bunny comprou e pagou com o dinheiro que ganhou como estrela de rap.
	
	Kevin Hart, o actor que dá corpo a Bigg Bunny, explica, "Bigg Bunny estava lançado na indústria da música, mas uma vez esgotadas todas as vias, ele decidiu investir o seu dinheiro numa ilha. E acontece que há lá um tesouro, mas a pessoa não pode entrar assim 'em casa dos outros' e levar o que lá está! E quando digo 'casa dos outros' refiro-me à ilha dele. O Bigg Bunny comprou a ilha. É dele, bem como tudo o que ela contém, tudo aquilo em que assenta e tudo o que está à sua volta, e é assim que ele vê as coisas."
	
	A complicar a situação, acresce o facto de Finn já dever bastante dinheiro a Bigg Bunny, que começa a perder a paciência. "Finn tornou-se uma fonte de arrelia para Bigg Bunny porque ele acaba sempre por conseguir safar-se das situações," conta Kevin Hart. "Bigg não consegue apanhá-lo, não consegue matá-lo, não consegue ver-se livre dele – cada vez que manda rufias atrás dele, Finn consegue reaparecer, o que lhe causa uma intensa frustração."
	
	Andy Tennant comenta, "é muito arriscado quando se faz uma comédia de aventura como estas, porque tem de haver algum perigo e suspense, mas as tropelias não podem ir longe demais. O tom tem de ser ligeiramente indirecto. O Kevin Hart foi a escolha perfeita para Bigg Bunny porque é muito divertido, mesmo quando se arma em durão." 
	
	Os dois 'capangas' de Bigg Bunny, Curtis e Cordell, são igualmente desajeitados e é mais provável que tropecem um no outro do que consigam limpar o sebo a Finn. Os papéis foram dados a Brian Hooks e a Malcolm-Jamal Warner, respectivamente.
	
	Finn não recebe grande apoio do seu próprio braço-direito, um ucraniano chamado Alfonz, protagonizado pelo actor escocês Ewen Bremner. Uma vez a bordo do Precious Gem, Alfonz mostra-se mais capaz de fazer olhinhos a Gemma do que de ficar à coca de Bigg Bunny.
	
	Mas o que Bigg Bunny tem a mais em dinheiro e poder tem a menos em profissionalismo. Assim, não hesita em contratar a ajuda da única pessoa com experiência e capacidade para chegar antes de Finn ao tesouro: o antigo mentor de Finn, Moe Fitch. Veterano na recuperação de tesouros, Moe ensinou a Finn tudo o que ele sabe, antes de, no seu entender, Finn o ter traído. E, aquilo que em tempos se revelou uma parceria torna-se agora uma competição acesa. E para o vencedor irá o saque: ou seja, o Dote da Rainha.
	
	Ray Winstone, que faz de Moe, observa, "De início, achamos que Moe é um tipo mau, mas as pessoas nem sempre são aquilo que nos parecem. Moe deve ter visto em Finn algo que o cativou realmente, por isso tomou-o sob a sua protecção e ensinou-lhe o seu ofício. Mas Finn, casmurro como é e sendo talvez desprovido de moral naquela altura, desiludiu-o. De certa forma, a sua atitude deu um grande desgosto a Moe. Mas, lá no fundo, ainda tem algum carinho por Finn. É uma espécie de relação pai-filho."
	
	Na pesquisa que fez para o seu papel de caçador de tesouros inveterado, Ray Winstone afirma ter ganho um enorme respeito por aqueles que dedicam a vida à busca de relíquias do passado. "As pessoas que se dedicam à busca de tesouros são uma mistura de cientista, oceanógrafo, jogador... E uma vez encontrado o primeiro tesouro, aquilo fica-lhes no sangue. Se uma pessoa adora o mar e adora explorar e aprender, aí está um óptimo modo de vida!"
	
	Há muito que o apelo da possibilidade de encontrar uma fortuna incontável no leito do oceano alimenta a imaginação de aspirantes a caçadores de tesouros. Nas palavras de Andy Tennant, "A quantidade de jóias e riquezas que ainda se escondem no fundo do oceano é surpreendente!" Encontrá-las seria como achar uma agulha num palheiro, mas há quem dedique toda a sua vida a essa busca. É gente muito louca...!"
	
	"Diz-se que 75% da Terra é composto por água e que 95% desta ainda está por explorar, por isso há lá muita coisa que nunca foi encontrada", insinua Matthew McConaughey. "Se juntarmos algumas pistas, tudo é possível... e acabará por ser uma aventura, aconteça o que acontecer."
	
	Kate Hudson acrescenta, "Quando começamos a ouvir histórias de pessoas que encontraram realmente antigos navios naufragados, ficamos com a cabeça à roda. O desafio de encontrar essas coisas que ainda se mantêm intactas após centenas de anos no leito dos oceanos é muito excitante. É paixão pela procura desse tipo de excitação que Tess e Finn partilham."	]]></item>
			
		
			<item active="y" id="n3" displayName="NAS PROFUNDEZAS" trackingString="productionNotes|3"><![CDATA[	A acção de "Fool's Gold" decorre nas Caraíbas e o plano original era fazer lá as filmagens. Contudo, determinados condicionantes logísticos, para já não contar com a eminência do período de furacões, obrigaram a equipa de realização a alterar os seus planos. Acabaram por encontrar tudo o que precisavam na zona de Queensland, na Austrália. As filmagens foram feitas em Port Douglas, Lizard Island, na zona de Whitsundays e na Costa de Ouro.
			
	O director artístico Charles Wood salienta, "O Andy queria muito que o filme se passasse nas Caraíbas, portanto mal soubemos que as filmagens iam decorrer na Austrália, tive de transformar aquilo numas Caraíbas. Procurámos locais que de certa forma se assemelhassem na costa australiana, e depois grande parte do meu trabalho foi transpor para lá a essência das Caraíbas."
	
	Andy Tennant comenta, "Um realizador tem de confiar que o director artístico vai conseguir interpretar a sua visão, e o Charles Wood estava tão dentro como eu de todos os pormenores e nuances da história. É tão meticuloso quanto desejável e acompanha essa qualidade com um talento que não lhe fica atrás."
	
	Charles Wood viajou até às ilhas de St. Thomas, St. Croix e St. John para fazer a pesquisa para a sua caracterização e para apreender o ambiente geral que ali se vive. Para conceber o Dote da Rainha, também passou uma porção considerável de tempo no Museu Marítimo Mel Fisher em Key West, na Florida, que exibe uma colecção extraordinária de tesouros, documentos e outras relíquias de há centenas de anos. O director artístico diz que a visita foi muitíssimo útil porque "pude ver mesmo tesouros espanhóis e perceber exactamente qual o seu aspecto. Está tudo muito bem documentado em termos de ilustrações e fotografias, e isso permitiu-nos criar um tesouro tão pormenorizado e realista quanto possível."
	
	Os verdadeiros caçadores de tesouros passam grande parte do seu tempo a explorar as profundezas do oceano, portanto muita da acção de "Fool's Gold" tem lugar perto da água, na água ou debaixo dela, o que por si só acarretou uma série de desafios. Conforme salienta Andy Tennant, "Toda a gente me disse que é muito duro trabalhar com água, e realmente é. Há mudanças de tempo repentinas, o céu nunca está igual, a água também é instável, as coisas podem inclusivamente afundar-se. Temos de antecipar tudo aquilo que pode correr mal e prepararmo-nos para isso. Nestas circunstâncias, a equipa que reunirmos é vital para nos tranquilizar ou enervar, e eu tive a imensa sorte de ter o Don Burgess [director de fotografia] que já trabalhara em filmes como 'Cast Away' e 'Forrest Gump' e que portanto já tinha experiência a trabalhar junto à água. Foi uma mais-valia incrível!"
	
	Donald De Line, que acompanhou de perto toda a produção, acrescenta, "Penso que a água constitui o maior desafio à realização dum filme, portanto estávamos todos algo inquietos. Podemos passar imenso tempo a planear as coisas, mas feitas as contas, ficamos à mercê dos elementos e as coisas nem sempre correm bem. Nós estávamos a filmar dum barco para o outro, do ar para os barcos, da terra para os barcos... todas as variações que vos ocorram. Teve de ser tudo cuidadosamente coreografado. Felizmente, tínhamos um coordenador marítimo espantoso chamado Lance Julian".
	
	Coube a Lance Julian reunir a pequena frota de barcos usada pela produção, incluindo aqueles que a câmara mostra, bem como a dezena de embarcações utilizadas para as filmagens, o transporte e as operações de mergulho. Uma das suas descobertas mais importantes foi a do iate de 44 metros que fez as vezes do luxuoso Precious Gem de Nigel Honeycutt. A embarcação perfeita foi encontrada nas Fiji, e Charles Wood diz que encaixava lindamente no papel. "Precisávamos que tivesse diversos conveses e uma área de mergulho à popa, e este tinha tudo isso. Não é fácil encontrar barcos dessa escala disponíveis para este tipo de trabalho, por isso tivemos a sorte de encontrar um tão perto de águas australianas e de o seu proprietário nos autorizar a filmar nele".
	
	"Se eu tivesse um iate assim, a última coisa que autorizava era uma equipa de filmagens a usá-lo num filme!" afirma Andy Tennant, soltando uma gargalhada. "É um barco lindo e ficámos muito gratos por no-lo terem cedido durante aquele período todo."
	
	Quanto aos actores, trabalhar na água implicou que, antes de mais, tivessem que obter diplomas de mergulho. Para coordenar a equipa de duplos foi escolhido o já veterano R.A. Rondell (a série "Matrix", "Superman Returns"), que comenta, "Tínhamos prolongadas cenas aquáticas, portanto toda a gente teve de tirar um diploma de mergulho. O mais difícil foi transmitir-lhes as questões mecânicas mais básicas e certificar-me que cumpriam todos os requisitos de segurança para que estivessem bem à vontade. Ora isso difere de pessoa para pessoa. O Matthew é um atleta inato e aprende tudo muito depressa. Consegue fazer tudo o que se lhe pede. É uma pérola para um coordenador de duplos. Nunca tinha trabalhado com a Kate, mas trata-se de uma pessoa que sabe ouvir e faz perguntas pertinentes. Aprende o que tem de ser feito e depois concretiza-o."
	
	Matthew McConaughey, que já tinha um diploma de mergulho, aproveitou para melhorar a sua técnica e tirar o curso avançado de mergulho. No entanto, para a maioria do elenco, tratou-se de uma incursão num mundo inteiramente novo.
	
	Kate Hudson salienta, "Foi uma bela experiência de camaradagem para os actores, porque tivemos de mergulhar todos juntos, o que foi muito giro. É uma daquelas situações em que aprendemos a confiar uns nos outros num ambiente em que essa dependência é vital."
	
	O especialista em mergulho Tye Zinck, que supervisionou as operações de mergulho e as sessões de segurança, partilha a sua impressão, "Revelaram-se todos excelentes mergulhadores, o que não deixou de me surpreender, porque se tratava de pessoas com pouca ou nenhuma experiência de mergulho atirados para um local de filmagens aquático. Claro que o Matthew já praticava mergulho e revelava muita força na água – quanto a ele não houve preocupações. A Kate estava algo apreensiva, de início, mas assim que percebeu o que a esperava lá em baixo, ficou entusiasmadíssima. Até parecia que tinha passado toda a vida a fazer aquilo!"
	
	"Julguei que ia ser mais fácil", admite Kate Hudson. "Quando mergulhei a sério pela primeira vez, estava aterrada com a perspectiva de me meter na água, mas a equipa de apoio marítimo e os monitores de mergulho foram espantosos. E depois de lá estarmos, aquilo é incrível. Ter-me iniciado no mergulho na Grande Barreira de Coral foi uma experiência esmagadora. A vida marítima é fenomenal. Senti-me num mundo inteiramente diferente. Fiquei apaixonada pelo mergulho; agora estou mortinha por voltar a enfiar-me na água!"
	
	Kevin Hart, por seu turno, alega que prefere admirar a vida marítima... à distância. "Não me sinto à vontade no mar. Aquilo é o espaço dos tubarões, das alforrecas, das raias – seres que podem matar-nos sem hesitar – e não tenho vontade de lhes invadir o território. É esse o meu entendimento da coisa. Não me interessa que as pessoas digam que é o mar mais belo que já viram. Eu posso bem vê-lo de cima, dum barco. Sempre a partir de um barco", diz ele, num tom meio jocoso.
	
	Como não podia deixar de ser, a segurança constituiu a principal prioridade e os actores estavam sempre rodeados de mergulhadores profissionais prontos a avançar ao menor sinal de problema... ou de visitantes aquáticos indesejados. Com efeito, uma inesperada invasão de Irukandji, umas alforrecas mortais nativas das águas do Norte da Austrália, obrigou realmente toda a gente a sair da água e levou a uma interrupção nas filmagens. Uma vez que as alforrecas não se revelaram dispostas a partir, a produção mudou-se brevemente para as águas das Caraíbas, para completar as cenas em causa.
	
	"Nunca se sabe o que a Mãe Natureza vai fazer quando estamos no meio do oceano", afirma Matthew McConaughey. "Por muito belo que seja o local de filmagens, há também verdadeiros perigos, sejam os ventos ou as ondas ou aquelas pavorosas alforrecas. Mas não se pode fazer nada, portanto há que improvisar."
	
	No entanto, certas cenas subaquáticas do filme obrigaram a um ambiente mais controlado do que aquele que o mar aberto poderia garantir. Infelizmente, não havia em Queensland nenhum tanque aquático, portanto optou-se por construir um. Conforme salienta Charles Wood, "Já tinha filmado cenas subaquáticas, mas nada desta dimensão, portanto a construção dum tanque foi uma experiência nova para mim. Trabalhei de muito perto com o meu director artístico, Peter Russell, que tem uma forte formação em engenharia e foi incrivelmente prestável em todo o processo. Trabalhámos também em conjunção com diversos empreiteiros locais que se dispuseram a dar-nos excelentes conselhos."
	
	A primeira questão era a do tamanho, explica Charles Wood, "Aquilo que inicialmente determinou a escala foi o afundamento do barco de Finn, Booty Calls, uma das primeiras cenas a ser filmadas lá. Nós sabíamos que o barco tinha 12 metros e precisávamos de seis metros extra de cada lado para ter algum espaço de manobra."
	
	Consequentemente, o tanque ficou com 44 metros de comprimento por 30 de largura, com uma profundidade mínima de cinco metros e máxima de seis metros e meio. Cheio, levava 7,2 milhões de litros de água, o que fez dele, segundo os cálculos de Charles Wood "o maior tanque no hemisfério Sul e um dos maiores do mundo".
	
	A sua construção foi apenas o começo. "A manutenção e gestão do tanque foram muito mais complexas," afirma Charles Wood. "Os sistemas de filtragem e aquecimento levantaram os seus problemas, uma vez que o tanque nos permitia construir aquilo que quiséssemos, mas se a água não fosse suficientemente transparente, isso revelar-se-ia bastante problemático".
	
	"Poder contar com o tanque foi uma coisa espectacular", afirma Andy Tennant. "Um dia, filmámos a cena do barco afundado no tanque. Depois fomos embora, e quando voltámos, havia um cenário totalmente diferente à nossa espera para arrancar. Os actores entraram, eu entrei, e desatámos todo a trabalhar debaixo de água", diz ele, sorrindo.
	
	"Parte da razão que me leva a adorar fazer filmes, é a oportunidade de ter novas experiências, e neste filme pude fazer tanta coisa que nunca tinha feito!", reflecte o realizador. "Trabalhei na Austrália, filmei debaixo de água e fiz grandes sequências de acção! Diverti-me imenso!"	]]></item>
	
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